Santiago do Chile: Abandono de artefacto incendiário no micro-ônibus Alsacia

xComunicado recebido junto com a foto

Antigamente as máquinas – criadas para a comodidade duns/mas quantxs que se fazem chamar por ‘Humanos” que se auto-classificam no extremo duma pirâmide absurda, afirmando que abaixo delxs estão os restantes seres vivos os quais por não se comunicarem ou expressaram como elxs passam a ser  animais ou simplesmente ” Ahhh, são árvores” ou ”Mas se é apenas um monte”.  Quantas máquinas foram já criadas? É inútil saber, não nos importamos em analisar isso, os seus luxos e comodidades foram criados para só serem usados e programados tal e qual como muitxs cidadãos/ãs de hoje em dia…programam-nos para se levantar e, em seguida, dirigir as suas vidas dessa maneira. Estamos convencidos de que o sistema tecno-industrial fornece ótimos recursos para essas mesmas máquinas – deste modo, uma dessas máquinas não iria ficar longe do nosso objetivo.

Primeiro, domaram os cavalos e montaram-nos para os usar como transportes, em seguida construíram carroças e outros com motor, a seguir modernizaram os seus transportes de luxo mesmo que implicasse a destruição de lugares nativos, onde o selvagem e natural se expandia. Estabeleceram e destruíram terras a que chamaram ”Propriedades ” e por trás disso só havia sangue, SANGUE QUE NÃO É SOMENTE VERMELHO – não o mencionamos como factos lamentáveis, porque não há nada a lamentar só resistir e vingar.

Em seguida, depois de muitos anos, construíram cidades de betão, sepultando cada raiz de cada semente que pudesse brotar.

Isto tudo para quê? Para que as pessoas com a mania dos luxos pudessem transitar “comodamente” nos seus meios de transporte, ou para que o “progresso”, um nome bem conhecido usado pelos gananciosos para representar o status de sociedades e de sistemas de base tecno-industrial asquerosos.

Tendo em conta o mencionado anteriormente: Quando a lua brilhava para iluminar a noite introduzimos-nos dissimuladamente num dos seus transportes de micros da empresa Alsace para lá deixar abandonado um dispositivo incendiário (1) de mecha lenta, o qual ao passar cerca de 3 minutos (como testado anteriormente) deveria ter feito contacto com a benzina, formando assim uma grande chama e incinerar o micro-ônibus. (2)

Respondendo à chamada feita há poucos dias por um Dezembro Negro pleno de agitação incendiária e das muitas maneiras que a mente e a imaginação possam realizar com o apoio da ação.

Uma saudação a cada indivíduo que se permite ter tempo para conspirar e atacar. Aos e às que têm as mentes e as mãos constantemente inquietas para o ataque constante assim como xs que abracem a solidariedade de que forma for.

(1) Já afastadxs, pudemos ao fumo da suja máquina, acreditamos que o dispositivo se ativou sem problemas e poderia ter queimado a parte traseira do micro; desconhecemos isso porque a imprensa não mencionou o ataque, mas voltaremos para mais e MAIS CERTEiRXS …

(2) O ataque não é contra as pessoas que mais tarde poderia ter subido para o micro-ônibus, o nosso objetivo era queimar o micro-ônibus, pelo que que o se o condutor visse uma primeira chama teria de deixar o ônibus imediatamente. Mas sim, esclarecemos que não nos importamos com os curiosos ou “caçadores de notícias” que se observassem uma chama a fossem observar, embora duvidemos disso. Basta pretendemos iluminar a noite com um de seus ônibus em chamas para dar um aviso às empresas de máquinas de transporte.

Célula Karr-kai.