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Indonésia: Atualização solidária em relação ao julgamento de 4 prisioneiros anarquistas em Yogyakarta

Inicia-se o julgamento de 4 companheiros anarquistas em Yogyakarta, relativo ao caso do 1º de Maio

26.07.18: O julgamento começou para os 4 prisioneiros de guerra anarquistas que foram transferidos para a Prisão Cebongan pelo caso Yogyakarta M1 (1º de Maio).

Os quatro companheiros presos são:

– Azhar M. Hasan (Azhar)
– Zikra Wahyudi (Zikra)
– Muhammad Ibrahim (Boim)
– Muhammad Edo Asrianur (Edo)

A repressão do estado contra as ações anarquistas (no 1º de Maio) está a entrar numa nova fase – tal como o julgamento preliminar a audição começa. Os 4 presos de guerra anarquistas que participaram nas manifestações junto à Uin Yogyakarta (Universidade Islâmica do Estado de Sunan Kalijaga), enfrentam uma audiência preliminar de julgamento no Tribunal Distrital de Sleman a 26 de Julho.

A primeira audiência preliminar de julgamento consistiu na leitura da acusação contra os companheiros. O acusador declarou que este julgamento deve ocorrer separadamente do caso criminal e pediu uma divisão na audição.

O julgamento está a ocorrer por ordem sequencial. Azhar e Zikra têm o número de processo 306 / Pd.B / 2018 / PNSmn, enquanto o de Edo e Boim são o número de processo 305 / Pid.B / 2018 / PNSmn. Portanto, é um arquivo de caso dividido, no entanto, o julgamento ainda terá lugar na mesma sala do tribunal.

Foi convocada uma audiência dividida já que os acusados estão a enfrentar acusações diferentes de julgamentos em andamento.

Na acusação que foi lida há evidências apresentadas que são relativas à violência e destruição contra instalações públicas. Isso está de acordo com as evidências já reunidas pela polícia e pela acusação do Ministério Público.

Com base nas acusações criminais, os 4 prisioneiros de guerra anarquistas estão a ser ameaçados com o Artigo 170, parágrafo 1, que prevê pena máxima de 5 anos de prisão, ou com o artigo 406 do Código Penal, que prevê pena máxima de 2 anos de prisão. Também houve evidências anexas que alegam que os 4 companheiros cometeram ações criminosas durante  o 1º de Maio.  Os quatro prisioneiros de guerra não constituem excepção.

Mais Informações:

Website: palanghitam.noblogs.org
Email: civilrebellion@riseup.net

em inglês

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