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[Indonésia] Julgamento dos prisioneiros anarquistas em Yogyakarta (atualização)

Informações recebidas a 9/11/2018, acerca dos prisioneiros anarquistas em Yogyakarta dizem-nos que se encontram bem, na medida do possível – o companheiro BV tem sentido falta de ar, começa agora a melhorar.

O processo dp julgamento vai ser muito longo, especialmente para o companheiro BV, AM e W.
Em relação aqueles cujas audiências foram realizadas a 8.11.2018, procedeu-se já à apresentação da sua defesa, tendo recebido antes as demandas do Ministério Público – uma pena no máximo de 10 meses – na audiência de 1.11.2018 no Tribunal Distrital de Sleman.

Atualmente encontram-se confinados na Prisão Cebongan em Sleman, aguardando a seguinte sessão de julgamento, com o veredicto marcado para 22.11.18.

Continuaremos a atualizar a informação assim que surjam novos desenvolvimentos.

ATÉ QUE TODOS SE ENCONTREM EM LIBERDADE!

Mais informação em Palanghitam.noblogs.org

Email: civilrebellion@riseup.net

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Sydney: Solidariedade com anarquistas em Yogyakarta

Liberdade para xs prisioneirxs da guerra de classes em Yogyakarta

No contexto da semana anual de solidariedade com os prisioneiros anarquistas, alguns anarquistas em Sydney visitaram o consulado indonésio em Maroubra na quinta-feira, 23 de Agosto.

Uma faixa foi amarrada à cerca em torno do consulado, onde se podia ler: “Bebaskan tahanan perang kelas di Yogya” (Liberdade para xs prisioneirxs da guerra de classes em Yogyakarta). Dezenas de folhetos também foram distribuídos e espalhados junto à embaixada.

Anarquistas em Yogyakarta enfrentaram uma onda de repressão após a manifestação do 1º de Maio de 2018, onde se viram barricadas em chamas nas ruas, um posto policial incendiado e um apelo para que o sultão local fosse morto.

Dezenas de anarquistas e compas da guerra de classes foram presxs após a manifestação e alguns deles ainda estão presos enfrentando um processo.

Desejamos solidariedade e força a todxs xs prisioneirxs anarquistas e revolucionárixs na Indonésia e no mundo.

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Indonésia: Atualização solidária em relação ao julgamento de 4 prisioneiros anarquistas em Yogyakarta

Inicia-se o julgamento de 4 companheiros anarquistas em Yogyakarta, relativo ao caso do 1º de Maio

26.07.18: O julgamento começou para os 4 prisioneiros de guerra anarquistas que foram transferidos para a Prisão Cebongan pelo caso Yogyakarta M1 (1º de Maio).

Os quatro companheiros presos são:

– Azhar M. Hasan (Azhar)
– Zikra Wahyudi (Zikra)
– Muhammad Ibrahim (Boim)
– Muhammad Edo Asrianur (Edo)

A repressão do estado contra as ações anarquistas (no 1º de Maio) está a entrar numa nova fase – tal como o julgamento preliminar a audição começa. Os 4 presos de guerra anarquistas que participaram nas manifestações junto à Uin Yogyakarta (Universidade Islâmica do Estado de Sunan Kalijaga), enfrentam uma audiência preliminar de julgamento no Tribunal Distrital de Sleman a 26 de Julho.

A primeira audiência preliminar de julgamento consistiu na leitura da acusação contra os companheiros. O acusador declarou que este julgamento deve ocorrer separadamente do caso criminal e pediu uma divisão na audição.

O julgamento está a ocorrer por ordem sequencial. Azhar e Zikra têm o número de processo 306 / Pd.B / 2018 / PNSmn, enquanto o de Edo e Boim são o número de processo 305 / Pid.B / 2018 / PNSmn. Portanto, é um arquivo de caso dividido, no entanto, o julgamento ainda terá lugar na mesma sala do tribunal.

Foi convocada uma audiência dividida já que os acusados estão a enfrentar acusações diferentes de julgamentos em andamento.

Na acusação que foi lida há evidências apresentadas que são relativas à violência e destruição contra instalações públicas. Isso está de acordo com as evidências já reunidas pela polícia e pela acusação do Ministério Público.

Com base nas acusações criminais, os 4 prisioneiros de guerra anarquistas estão a ser ameaçados com o Artigo 170, parágrafo 1, que prevê pena máxima de 5 anos de prisão, ou com o artigo 406 do Código Penal, que prevê pena máxima de 2 anos de prisão. Também houve evidências anexas que alegam que os 4 companheiros cometeram ações criminosas durante  o 1º de Maio.  Os quatro prisioneiros de guerra não constituem excepção.

Mais Informações:

Website: palanghitam.noblogs.org
Email: civilrebellion@riseup.net

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Indonésia: O companheiro anarquista Brian Valentino precisa do nosso apoio!

recebido em inglês a 17.05.18

O nosso companheiro, Brian Valentino, está detido na prisão de Polda em Yogyakarta, a principal sede de polícia de Yogyakarta (região feudal especial no território de Java Central).

Desde o dia da sua prisão – do 1º de Maio a 16 de Maio de 2018 – que ao nosso companheiro, entretanto espancado e torturado, foi negado os seus direitos de apoio jurídico legal ou jurista. A polícia ou a assistência judiciária não nos deram uma razão clara sobre isso, portanto não temos certeza se é a polícia ou o advogado legal que se recusa a ajudá-lo.

Para ser claro, recebemos informações do pai de Brian Valentino, que acabou de o visitar, após uma semana de intervalo, tendo-se certificado de que Brian era o único dos presos que não recebeu nenhuma ajuda legal ainda, 15 dias depois de ter sido detido.

Portanto, pedimos aos/às companheirxs, na Indonésia ou internacionais, para se fortalecer a solidariedade com Brian Valentino, nosso querido amigo anarquista, a quem foram recusados os seus direitos de assistência judiciária. Não estamos a limitar a solidariedade, pode ser legal ou qualquer outra coisa. Mas para doação à família e réus:

Doação: BRI 5175-01-001-257-503 (Ilona)
Email: palanghitam@riseup.net

Ou comunique isso à embaixada local da Indonésia. Por qualquer meio necessário.

– Cruz Negra Anarquista / Solidariedade Anti-Autoritária de Yogyakarta, Indonésia

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Yogyakarta, Indonésia: Repressão anti-anarquista após Marcha contra o Feudalismo (1º de Maio)

– Ontem, 44 dxs nossxs companheirxs foram presxs, acusadxs de destruição de propriedade, provocação e confrontos com a polícia. A equipa jurídica noturna tentou vê-los, mas ainda não o poude fazer pois foram isoladxs (02.05.18)
– Um dxs assessorxs jurídicos foi preso e espancado.
– Até agora xs nossxs 12 companheirxs ainda estão presxs e a polícia continua a caça às bruxas (03.05.18)

Solidariedade internacional – por todos os meios necessários – com xs companheirxs detidxs!

Mais informações

https://agitasi.noblogs.org/

Atualização (recebida a 03.05.18)

COMUNICADO

Embora este seja um comunicado exclusivo em relação a Yogyakarta ou à Indonésia em geral, apelamos à pressão internacional e solidariedade contra este sistema feudal podre que ainda existe neste século!

Saudações ao amado povo de Yogyakarta, aqueles que vilipendiam a nossa manifestação (intencionalmente destinada a censurar a instituição de Kraton, em Yogyakarta).

Acreditem-nos quando dizemos que já sabíamos – mesmo antes de termos realizado a manifestação – que haveria uma antipatia do público em relação à nossa demonstração. É muito compreensível.  O Feudalismo cria essa crença de que os reis e a realeza são seres meio divinos; a sua autoridade é sagrada e auto-justificada. Somene tornou-se um governante num sistema feudal por ter nascido na família certa: a família real. Todo o território feudal é propriedade do rei e da família real, as pessoas são apenas ocupantes que podem ser despejados a qualquer momento por vontade do rei. O sistema é perpetuado por essa crença irracional relativa ao domínio feudal, entre outras coisas. Em Yogyakarta, o feudalismo é o que faz Yogyakarta “especial”. Politicamente, esse status especial significa que Yogyakarta não é governada por um governador eleito tal como outras províncias na Indonésia.
Em vez disso, a região é governada por um governador que também é um Sultão. Socioculturalmente, esse status especial tem outro significado; isto dá uma falsa sensação de orgulho ao povo de Yogyakarta. Yogyakarta é especial porque é governado por um sultão, as pessoas orgulham-se disto.
Como é que ser governado através de um poder não verificado pode ser alguma coisa de que se possa orgulhar? O que há de tão orgulhoso assim em ser-se subordinado de outro ser humano, unicamente porque aquele nasceu na família real?
A nossa manifestação não foi feita para atrair simpatia. Se atrair simpatia fosse o nosso objetivo, não teríamos feito uma demonstração que perturbasse a reprodução de valores sociais como a que fizemos. Não, a nossa demonstração não se destinava a isso. Não somos um partido político, uma organização “esquerdista”, uma ONG, ou os proponentes do incumbente governante ou das suas oposições que precisassem do apoio das pessoas e da sua simpatia.

NÓS TAMBÉM NÃO FAZEMOS PARTE DO PMII; FAIZI ZAIN E SEUS COMPARSAS QUE ESPERARAM POR UM MOTIM PARA ELEVAR A SUA AGENDA DE DEITAR ABAIXO JOKOWI PARA BENEFÍCIO DOS SEUS MESTRES POLÍTICOS!
ELES SÃO CORRETORES DE PODER! NÓS NÃO SOMOS!

A nossa manifestação foi feita para perturbar a circulação do capital em Yogyakarta. Intencionalmente queremos criar uma situação não propícia ao investimento de capital, seja nacional ou estrangeiro – que intensificará o desenvolvimento e a gentrificação, retirando estes ao ambiente e às pessoas da classe baixa em Yogyakarta qualquer direito.

Nós tínhamos já conjecturado que o público ficaria enfurecido pelo nosso vandalismo e apelos provocativos.

A destruição de um posto policial e a chamada para “assassinar o sultão!” irritaram enormemente o povo de Yogyakarta. A raiva está ausente quando a polícia repetidamente, com violência, se encontra na linha de frente dos conflitos entre os interesses das pessoas e dos governantes, do lado do governantes, é claro, como o de Temon, Kulonprogo, onde há um processo em curso de apropriação de terras pelo Sultão – através da legitimação do Sultan Ground / Pakualaman Ground, um sistema de propriedade fundiária feudal, em nome da expansão do capital da indústria do turismo. A raiva também está ausente quando os habitantes dos kampungs urbanos (assentamentos informais, favelas) têm que lidar com a escassez de água, causada pelo uso da água subterrânea por hotéis e apartamentos, cuja construção está a ser intensificada sob a bênção do sultão, é claro.

Esse apelo para “assassinar o sultão!” que irritou algumas pessoas em Yogyakarta – tendo nós escrito ou não esse apelo ou sendo o apelo literal ou simbólico – teve a sua própria importância na ruidosa contestação à autoridade do Sultão em Yogyakarta, aparentemente sagrada e inquestionável; um poder sem mecanismo de controle porque é protegido pela “fé” em relação à autoridade auto-justificada do sultão. Esta “Fé” é responsável pela privação dos direitos das pessoas. Mais cedo ou mais tarde, xs que estão a ler isto, provavelmente serão excluídxs pelo “desenvolvimento” em Yogyakarta também. Um “desenvolvimento” para os interesses do sultão e dos seus comparsas; corporações locais e nacionais; investidores nacionais ou estrangeiros.

Sim, o sultão é um dos principais orquestradores de muitos problemas em Yogyakarta; despejo, apropriação de terras, gentrificação e desenvolvimento que excluem e retiram direitos às pessoas de classe média e baixa. O Sultão e a sua família real, e também os seus comparsas, são os que dominam todos os aspectos económicos em Yogyakarta.

Yogyakarta é uma das províncias mais desiguais, em termos económicos, na Indonésia. O desenvolvimento em Yogyakarta não é realizado para os interesses do povo, mas para os interesses da classe dominante: os capitalistas e feudais. Em Yogyakarta, os dois sistemas preversos estão a ter um caso, esmagando as pessoas; aqueles que não são membros da realeza e são da classe média e baixa.

Mães, vocês não estão cansadas de ter de visitar xs vossxs filhxs nas prisões,duas vezes por semana, aquelxs  que provavelmente tiveram que roubar ou roubar pessoas apenas para sobreviver?

E a razão pela qual elxs estão nessas prisões superpovoadas em Yogyarta é a pobreza profundamente enraizada que prevalece em Yogyakarta. Acha que o Sultão se preocupa com isso?

E então, vamos continuar a nos enganar, pensando nas novidades, e que tudo está bem? Ou ainda, que é “especial”? Não temos interesse em ser admiradxs. Nós não somos um partido político que precise dos votos das pessoas nas eleições.

Somos apenas pessoas que estão doentes. Cansadas de tudo o que está a acontecer à nossa volta e de como as pessoas são embaladas por essa falsa consciência, dizendo-lhes que está tudo bem.

Estamos a apelar às pessoas da classe média e baixa, intelectuais, artistas, académicxs, aquelxs que afirmam ser liberais e moderadxs, e outrxs que escolhem ser “neutrxs”. Lembra-se do evento histórico que deu origem ao conceito de estado-nação moderno? O período que dá pelo nome de período das luzes, onde os reis, rainhas e a realeza foram guilhotinadxs na Praça de la Révolution. Não criou ele o que se chama de democracia? Não queremos repetir ou glorificar a história. A democracia que vocês defendem, mantêm e vendem não está a levar a outro lugar senão à pobreza, degradação ecológica e retirada de direitos.

Nós somos xs libertárixs.
Nós somos o que vocês chamam de anarquistas. Sonhamos um mundo onde as pessoas cooperam umas com as outras, trabalham juntas, governem a si mesmxs, de forma horizontal, sem governantes, sem realeza, sem contrato político, social ou dos capitalistas. Queremos uma vida na sua forma mais verdadeira, onde os desejos naturais do ser humano estão em sintonia com a natureza; uma vida sem classes, racial, étnica, religiosa e outras falsas divisões.

Somos o que vocês chamam de utopistas.

Queremos uma sociedade livre sem opressores. Queremos uma sociedade onde as pessoas possam ter crenças, orientações sexuais ou qualquer coisa sem temer a perseguição.
Total liberdade!

Anarquistas

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Indonésia: Atualização do caso de Eat e Billy

Recebemos outra má notícia, relacionada com o caso dos dois combatentes sociais, encarcerados em Yogyakarta, desde 7 de Outubro de 2011. O seu caso está relacionado com um ataque incendiário a uma caixa multibanco, de uma rede capitalista o Banco Rakyat Indonésia (BRI), que ficou destruída. Os dois combatentes, Reyhart Rumbayan (Eat) y Billy Augustan (Billy) são membros do grupo insurrecionalista Célula Larga vida a Luciano Tortuga – FAI Indonésia.

Segundo a informação que recebemos, a polícia prolongou o seu período de prisão preventiva até 5 de Janeiro de 2012, mas a verdade é que os dois companheiros ainda continuam presos não sendo postos em liberdade como se previa. Isto significa que os dois insurrecionalistas foram encerrados atrás das grades da prisão já 93 dias e continua a aumentar..

Em segundo lugar, o mais provável é que os acusem com factos que podem dar lugar a uma condenação, máxima, de 9 anos de prisão. Ambos estão a ser acusados segundo o artigo 187 (parágrafo 1, parte E e parágrafo 2, parte E) e também o artigo 170 do código penal da Indonésia. É provável que o seu julgamento seja levado a cabo este mês, Janeiro de 2012. No entanto, ainda não sabemos o resultado do julgamento e, por isso, solicitamos a ajuda e solidariedade de diversas formas de todos e de todas os e as que leram esta notícia.

Por favor, difundamos esta notícia por toda a parte e mostremos
solidariedade com aqueles que sofrem a repressão por terem atacado
os opressores.

Liberdade aos dois combatentes de Jogja! Fogo nas prisões!
Viva a insurreição!

fonte: hidup biasa

Indonésia: Liberdade para o camponês Tukijo e para os três rebeldes de Yogyakarta!

Tukijo, um dos camponeses lutador resistente contra a mineração do ferro em Kulon Progo, Indonesia

A 7 de Outubro de 2011, pelas 2h da madrugada, uma caixa automática do Banco Rakyat Indonesia, en Sleman, Yogyakarta, foi queimada. O incêndio provocou uma explosão que resultou na destruição das instalações. A sabotagem é mais uma forma de resistência num país que está a destruir as suas árvores, as suas montanhas e as suas costas com o fim único do lucro, enquanto está a oprimir o seu povo.

Agora três pessoas foram detidas. Todas estão a ser acusadas de estarem implicadas na destruição do banco. Não estamos interessados em saber se os prisioneiros são “culpados” ou não, nem do grau do seu “crime”. Vamos deixar estas especulações para os inquisidores e os seus subservientes da imprensa. Não necessitamos conhecer os detalhes de toda a situação para saber que enquanto o Estado e os bancos se enriquecem à custa da exploração, sempre haverão aqueles que vão contra o seu poder e se negam a colaborar. É suficiente que estas pessoas estejam na prisão para desejar que não só a sua prisão mas todas as prisões deixem de existir. O “crime” é quando não há comida na mesa e os patrões fazem um festim. O “crime” é a devastação dos bosques pelas empresas mineiras que atingem e matam quem lhes apetece com a ajuda da polícia. A liberdade é quando lutas e recuperas a tua vida da opressão.

O que sabemos é que a Indonésia é um regime apoiado pelos capitalistas ocidentais e pelos militaristas. É uma nação que tortura e massacra a oposição, como de resto fazem todos os estados que se saiem com a sua, quando podem. Kulon Progo é uma região agrícola próximo de Yogyakarta e em 2005 a empresa mineira Jogja Magasa e as indústrias metalúrgicas Indomines queriam apropriar-se da terra, para a sua indústria.

Os  camponeses que ali vivem não venderam as suas terras às empresas industriais, porque não queriam que a natureza se destrua pelas indústrias. Muitas vezes, os camponeses tentaram resolver o problema sem distúrbios, mas isso não resultou. Agora estão dispostos a defender as suas vidas.

Começou tudo quando a empresa pagou a 300 pessoas para destruir as casas dxs camponesxs e todas as suas instalações. Isto enfureceu os camponeses e muita gente mais. A dignidade humana e a natureza foram colonizadas pelo dinheiro e não existirá nunca nenhum tipo de ajuda aos camponeses para que sobrevivam. A polícia só encobre as pessoas que atacaram xs camponeses porque a empresa lhes havia pago. Uma história típica.

Tujiko é um camponês que foi detido  e preso devido  à sua participação ativa nas manifestações contra esta situação. Nós, na Indonésia, realizamos muitas atividades à volta deste tema: manifestações, artigos, películas, pintadas e ataques à propriedade contra as empresas especuladoras.

Os camponeses e o povo de Kulon Progo, Pandang Raya, Papúa Occidental, Bima e de outros lugares, estão a fazer um apelo à solidariedade internacional e à cumplicidade na sua luta junto com xs anarquistas e anticapitalistas, que são todxs contra o terror violento dxs senhores da Indonésia, dos seus assassinos a soldo e dos seus  patrocinadores corporativos.

Não permitas que lutem sós!

De acordo com os desejos dos camponeses, exigimos que se devolva a terra e exigimos a liberdade para os nossos amigos que se encontram presos por esta causa.

Os terroristas são o Estado, as empresas, os militares e a polícia!

Liberdade para Tukijo e para os acusados pelo ataque contra a caixa automática do Banco Rakyat Indonesia!

Alguns anarquistas solidários

Fonte: 325.nostate.net