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Galiza, Estado espanhol: Ataques solidários em Pontevedra

treatNa madrugada de 18 para 19 de Março alguns solidárixs de Pontevedra atacamos com tinta a sucursal do NovaGalicia Banco situada atrás da Subdelegação do Governo e ao lado da Faculdade de Belas Artes, numa zona com bastante circulação durante o dia.

Esse ataque nada foi de extraordinário. Reutilizamos frascos de vidro, lavamos bem, enchemo-los de tinta, tomando precauções para não deixar marcas. A seguir, levamo-los até ao banco onde os lançamos contra a fachada, partindo-se e libertando a tinta. Um dos boiões não foi lançado mas sim esvaziado em cima de um caixa automático multibanco, enchendo de tinta boa parte da sua superfície.

Reivindicamos também a rotura do écran de outro caixa automático multibanco noutra parte da cidade.

Por falta de meios e de uma boa preparação da ação não pudemos obter fotografias do resultado, lamentamos, mas esperamos que ao menos façam sorrir a quem esteja atrás das grades.

Enviamos desta maneira vários gestos:

– Em primeiro lugar englobamos esta ação na Jornada de Agitação Solidária Internacionalista em apoio aos compas do Caso Security no Chile. Saudamos Marcelo, Juan e Freddy, enviando-lhes força para enfrentar o seu julgamento no próximo dia 25 de Março. Saudamos também a Carlos Gutiérrez Quiduleo.

– Em segundo lugar, mas não menos importante, saudamos Francisco Solar e mandamos-lhe também o nosso mais sincero carinho para fazer frente à situação de assédio e inibição das suas comunicações que tem sofrido desde que chegou à prisão de Córdova. Também saudamos a Mónica Caballero e ao resto dxs anarquistas presxs no Estado espanhol e no resto do mundo.

– Em terceiro e último lugar queremos enviar força axs que resistem no CSO Palavea de Coruña contra o desalojo. Várias circunstâncias nos impedem de acudir pessoalmente para prestar ajuda mas queremos com este gesto transmitir-lhes força e solidariedade. Responsabilizamos o Novagalícia Banco pelo desalojo, por serem eles quem especularam com a propriedade durante os últimos anos.

Esperamos crescer e melhorar com cada ataque. Cremos que as sabotagens e as ações deste tipo, independentemente da sua potência, servem para visibilizar o conflito, fazê-lo patente e por ele queremos fazer uma chamada a que as ações se multipliquem com os meios e ferramentas que cada grupo ou individualidade tenha ao seu alcance, sem hierarquias de uns métodos sobre outros e unindo forças para construir uma boa prática de subversão nas ruas.

Viva a revolta!

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