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[Prisões italianas] Atualizações sobre o julgamento contra Gianluca Iacovacci e Adriano Antonacci

A 26 de Maio de 2014 teve lugar a primeira audiência, por videoconferência, do julgamento contra Gianluca e Adriano. Algum tempo antes, Gianluca renunciou à defesa, revogando a decisão de considerar o seu advogado como de defesa. Para além disso, tanto Gianluca como Adriano decidiram, como gesto de não colaboração no julgamento-farsa por vídeo-conferência, não o presenciar, sequer através de monitor.

A audiência foi então remarcada para o dia 4 de Julho pois o juíz declara que, em relação aos factos, Gianluca fez uma nova proposta para outro advogado defensor de confiança, e isto ninguém o sabia, nem o nomeado nem tampouco os/as numerosos/as compas que mantêm com Gianluca uma extensa correspondência. Decide-se, assim, tentar esclarecer, com a intenção de encontrar uma resposta para esta incoerência, e no final o nó desata-se: Gianluca nunca pretendeu nomear um defensor de confiança, sendo que de vários elementos se deduz que foi um erro da prisão de Alexandria, a prisão em que Gianluca se encontra detido.

Assim, reafirma-se a decisão de Gianluca de renunciar a ser defendido por um advogado de confiança e recordamos a data de 4 de Julho em que serão julgados, Gianluca e Adriano.

Convidamos todos e todas a fazer chegar a solidariedade aos dois compas e a denunciar “a infame” utilização da vídeoconferência como mais um instrumento do isolamento.

Rete Evasioni

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  • […] Os companheiros anarquistas Gianluca Iacovacci e Adriano Antonacci foram condenados, em primeira instância com o rito abreviado, pela juíza da audiência preliminar Simonetta D’Alessandro, respetivamente a 6 anos e 3 anos e 8 meses por uma série de sabotagens e ataques contra o Eni, Enel e bancos da zona de Castelli Romani (próximo de Roma) entre 2010 e 2013. Foi reconhecido o delito de associação com fins de terrorismo internacional. Gianluca reivindicou individualmente uma parte dos ataques com a assinatura FAI; durante o julgamento recusou a defesa, ambos se negaram a participar no julgamento por video-conferência. […]

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