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Perú: Cartazes em solidariedade com a companheira Natalia Collado

Assumimos o confronto, nem culpados nem inocentes, nem reprimidos nem desvalidos.
Assumimos o confronto, nem culpados nem inocentes, nem reprimidos nem desvalidos.
Cumplicidade por afinidade, Natalia Collado fora das celas e do cimento.
Cumplicidade por afinidade, Natalia Collado fora das celas e do cimento.

A partir do Perú

Mediante este gesto e estas palabras queremos ampliar o nosso apoio à companheira Natalia Collado que atualmente atravessa julgamento no território dominado pelo Estado chileno, irmana-nos a afinidade com o seu posicionamento anárquico e a sua recusa a baixar a cabeça perante o Poder.

Saudações e cumplicidade com Javier Pino, Mónica Caballero, Francisco Solar e Nahuel.
Pela libertação total.

Perú: Cronograma e cartaz da 1ª Feira do Livro e Propaganda Anarquista de Lima

dibujoÉ já a 1 e 2 de Fevereiro que se realiza  a 1ª Feira do Livro e Propaganda Anarquista de Lima, na FOPEP (Federação dos operários padeiros Estrela do Perú), em Jr. Huanta 527, Lima, Perú.

Podem ser consultadas as diversas atividades – fóruns, apresentações de livros e oficinas – no blog da feira.

Lima, Perú: Primeira Feira do Livro e Propaganda Anarquista

ferialimaferia2A tod@s @s companher@s, conhecid@s, amig@s e pessoas por conhecer:

A 1 e 2 de Fevereiro realizar-se-á em Lima, a 1ª Feira do Livro e Propaganda Anarquista. Motivados pelas distintas iniciativas afins à construção de espaços libertários, realizadas em distintas regiões do planeta e também pela necessidade de continuar a construir instâncias anti-autoritárias nesta cidade, isso incentivou-nos a impulsar este projeto.

O mesmo, também procura ser impulsionador do desenvolvimento das distintas ferramentas culturais da ideia acrata, sejam elas livros, películas, zines, discos, fóruns, grupos de teatro e a uma larga e longa lista que faz parte da história do movimento anarquista em toda uma gama de conhecimentos direcionados à supressão do atual sistema hierárquico como é a história, educação, a arte, etc.

Sem mais a dizer, convidamo-vos a participar deste projeto, do jeito que entenderem, já que este projeto é erguido por todos e todas, e o intercâmbio de experiências e conhecimentos enriquecerá-nos-á a tod@s.

O blogue estará ativo a partir da primeira semana de Janeiro, por agora todo o contato e informação se fará por via mail: feriaanarquistalima@riseup.net

Grécia: Cartaz sobre a FAI/IRF

“NÃO DIGAM QUE SOMOS POUCOS”
[Excerto destacado por Lee Kwang Su, a partir da declaração da]
Federação Anarquista Informal italiana

Se os atos são as balas exteriores que dilaceram o cerne do mundo capitalista, então os fundamentos teóricos, pensamentos e emoções são as armas automáticas. Atos que não sejam acompanhadas pelos significados que os inspiram são momentos inconsistentes desprovidos da possibilidade de difusão e da apropriação, enquanto que os pensamentos e os atos não aplicadas na prática resultam em discussões tediosas de café e degeneram noutra farsa ideológica.

Sobre estas bases, os grupos e individualidades rebeldes comunicam os seus ataques formando a Federação Anarquista Informal/Frente Revolucionária Internacional (FAI/FRI). Esta é uma rede antiautoritária informal de grupos insurgentes e de individualidades autónomas que aplicam a ação direta e a sabotagem contra o Estado e o Capital, mas também a oposição conciente a qualquer relação de Poder que é inculcada em todos os sentidos na base da pirâmide social e traduzida na competição pequeno-burguesa e no desejo de posse. A FAI conecta os ataques e destruição na Itália, Grã-Bretanha, Rússia, Bélgica, Finlândia, Holanda, Chile, México, Argentina, Peru, Bolívia, Indonésia e Grécia, orquestrando a polifonia das explosões noturnas Revolucionárias da luta pela liberdade, com vista à unidade das aspirações revolucionárias COMUNS e da luta COMUM pela liberdade criando assim um oceano de dialéticas e de comunicação nas fileiras dos anarquistas de ação.

VIDA LONGA AO FAI/IRF, VIVA A ANARQUIA!

Perú: Α polícia mata pelo menos seis manifestantes durante um protesto na cidade de Juliaca


Em 24 de junho de 2011, a polícia peruana matou pelo menos seis manifestantes e feriu mais de 30 pessoas durante uma manifestação contra a contaminação do rio Ramis pelas minas estabelecidas em Juliaca, no sul do Perú.

Por volta das 11h, os moradores bloquearam a estrada que conduz ao aeroporto da cidade e tentaram entrar no seu perímetro. As armadas forças repressivas da Polícia Nacional e, em particular, os comandos de DINOES (unidade de operações especiais) abriram fogo contra a multidão.

Cerca das 12 h eram relatados os primeiros tiros fatais tendo o tiroteio pelos assassinos uniformizados continuado até ao fim da tarde, deixando mortos: Víctor Campos Huanca, Felix Edwin Irpanoca Turpo, Raúl Cancapa Huaricallo, Petronila Coa Huanca, Gregorio Huamán Mamani e mais uma pessoa que ainda não tinha sido identificada.

Os confrontos entre moradores e polícias continuaram até à noite quando se concentrou um grande número de manifestantes no centro da cidade, tendo estes atacado centros comerciais e outros alvos capitalistas.
Os moradores estão com medo que a polícia peruana tenha feito desaparecer, mais uma vez, cadáveres de manifestantes mortos e que o número total de mortos seja ainda maior.

Os media do regime tentaram justificar a polícia e os políticos que os comandam, apresentando os manifestantes como bandidos e violentos. A verdade, no entanto, é bem diferente. O Estado Peruano e os seus executores são culpados de incontáveis crimes contra a natureza e a humanidade. No contexto da sua grande cooperação com empresas multinacionais de extracção de petróleo e gás, bem como com mega – empresas  de projectos de infra-estruturas para o “desenvolvimento” na América Latina, contribui sistematicamente para a catástrofe da Amazónia, para o envenenamento dos povos que vivem no território do Perú assim como para a expulsão e definhamento das comunidades indígenas isoladas das suas terras tradicionais.

Quando o saque da Amazónia e a pilhagem dos seus recursos naturais e humanos encontram um travão, quando realizados através de escavação e perfuração, é o conveniente assassinato de manifestantes o meio que utilizam.

fontes: 1, 2