Arquivo de etiquetas: Austrália

Melbourne, Austrália: Mural em memória de Mikhail Zhlobitsky

Recebido a 10/11/2018; sobre o caso de Mikhail Zhlobitsky clique aqui e ali.Narrm / Melbourne, na chamada Austrália: Mural-graffiti em memória de Mikhail Zhlobitsky anarquista-comunista de 17 anos de idade, de origem russa – que morreu durante um ataque explosivo contra a sede regional do FSB (Serviço de Segurança Federal) em Arkhangelsk, Rússia, em 31 de Outubro deste ano.

“Nunca esqueça xs nossxs companheirxs caídxs”

em inglês

Sydney: Solidariedade com anarquistas em Yogyakarta

Liberdade para xs prisioneirxs da guerra de classes em Yogyakarta

No contexto da semana anual de solidariedade com os prisioneiros anarquistas, alguns anarquistas em Sydney visitaram o consulado indonésio em Maroubra na quinta-feira, 23 de Agosto.

Uma faixa foi amarrada à cerca em torno do consulado, onde se podia ler: “Bebaskan tahanan perang kelas di Yogya” (Liberdade para xs prisioneirxs da guerra de classes em Yogyakarta). Dezenas de folhetos também foram distribuídos e espalhados junto à embaixada.

Anarquistas em Yogyakarta enfrentaram uma onda de repressão após a manifestação do 1º de Maio de 2018, onde se viram barricadas em chamas nas ruas, um posto policial incendiado e um apelo para que o sultão local fosse morto.

Dezenas de anarquistas e compas da guerra de classes foram presxs após a manifestação e alguns deles ainda estão presos enfrentando um processo.

Desejamos solidariedade e força a todxs xs prisioneirxs anarquistas e revolucionárixs na Indonésia e no mundo.

em inglês l alemão

Sydney, Austrália: Solidariedade com anarquistas presxs

Liberdade para xs anarquistas russxs
Antifascista

Em resposta ao apelo de solidariedade vindo dxs companheirxs na Rússia, no dia 18 de Março, dia das eleições russas,  um grupo de anarquistas em Sydney concentrou-se junto ao consulado da Rússia. Distribuímos panfletos sobre a situação dos anarquistas e antifascistas presxs na Rússia  e entoaram-se palavras de ordem contra a polícia, prisões e regime de Putin.

em inglês

 

Sydney, Austrália: Solidariedade com anarquistas de Porto Alegre (Brasil)

Solidariedade a partir de Sydney – no território conhecido por Austrália – com anarquistas em Porto Alegre, perante a repressão exercida sobre elxs pelo estado brasileiro. As fotos foram tiradas em frente da biblioteca e livraria anarquista Jura Books, em Petersham (Sydney).

em inglês

Melbourne, pretensa “Austrália”: BAE Systems atacada com tinta e à marretada por um Dezembro Negro

Assassinos corporativos
Assassinos corporativos

Nas últimas horas de Dezembro de 2015 atacamos os escritórios da empresa empreiteira da defesa BAE Systems, na Avenida River em Richmond, com tinta e à marretada.

A BAE Systems tira biliões da guerra e a sua tecnologia é responsável por incontáveis mortes de civis em todo o mundo.

Esta ação foi levada a cabo no âmbito do Dezembro Negro, um mês de ação direta anarquista, iniciado na Grécia pelos prisioneiros anarquistas Nikos Romanos e Panagiotis Argirou.

Também realizamos esta ação tanto em solidariedade com os presos anarquistas reféns de estados em todo o mundo como com os presos Indígenas mantidos como reféns pelas ‘autoridades’ colonialistas aqui na pretensa ‘Austrália’ – todxs elxs são presxs políticxs.

O Dezembro Negro está em toda a parte!

Célula de remodelação anarquista de escritórios

BAE mata pessoas
BAE mata pessoas
BAE é feita de assassinos BAE é feita de assassinos

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em inglês l alemão

Melbourne, Austrália: Faixa em solidariedade com presxs anarquistas

Solidariedade rebelde com xs anarquistas presxs

Melbourne, Austrália: Na madrugada de domingo, 30 de Agosto, anexamos uma faixa à vedação exterior da estação ferroviária de Richmond, no centro da cidade de Melbourne, como modo mínimo de expressão da nossa participação na Semana Internacional de Solidariedade com prisioneirxs anarquistas deste ano.

SOLIDAREIDADE REBELDE COM XS PRISIONEIRXS ANARQUISTAS!

FOGO ÀS PRISÕES E À SOCIEDADE QUE AS MANTÉM DE PÉ!

alguns anarquistas

Austrália: Ataque contra o Serviço de Parques Nacionais e Vida Selvagem

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Assumimos a responsabilidade pelo ataque que foi levado a cabo na quinta-feira, 18 de Setembro de 2014, contra o Serviço de Parques Nacionais e Vida Selvagem (NPWS).

O NPWS foi alvo de ataque devido à sua participação na guerra contra a vida selvagem, com uma historia longa e uma prática contínua de lançamento de iscas com veneno tipo 1080 (fluoroacetato de sódio) em lugares selvagens*, tudo sob o pretexto público da “conservação”. Matando e destruindo de forma indiscriminada, quantas mais vidas e terras acabarão a ser devastadas pelas visões e experimentos insanos e ecocidas desse grupo?

Para expressar a nossa indignação, sob o manto da noite entrámos no seu armazém no país dxs Darug/Gundungurra (cidade de Blackheath, no Estado da Nova Gales do Sul). Durante a nossa curta visita, dois veículos foram atacados, acabando com os pneus cortados, os pára-brisas rebentados, além de ter sido vertido um pouco de aditivo nos seus depósitos de combustível, para adoçar o prato.

Se continuarem a usar esta terra como vosso terreno de despejos, vão-nos encontrar novamente. A nossa raiva só irá queimar mais e mais fortemente.

Em defesa dos predadores. Em defesa da natureza selvagem.

Frente de Libertação da Terra (ELF)

*Os governos da Austrália e Nova Zelândia usam este desastroso veneno para matar as populações de predadores “indesejados” (ratos, arminhos e gambás).

Sydney, Austrália: Reivindicação do incêndio de três carros de luxo

Ao princípio da madrugada de domingo, 18 de Maio, fizemos uma caminhada pelas ruas do bairro predominantemente rico de Woolahra, em Sydney, procurando alvos apropriados para expressar a nossa raiva. Não demoramos muito tempo a encontrarmos o que estávamos à procura!

Queimamos três carros de luxo – um BMW e um Nissan X-trail (rua da Rainha) e um Lexus (rua Moncur). Abandonámos depois rapidamente esses locais visto as chamas da rebelião terem iluminado o céu matinal.

Dedicamos esta ação aos /às companheirxs da Célula dos Lobos de Fogo assim como à Célula Felicity Ann Ryder, em Melbourne, a todxs xs lutadorxs da FAI/FRI em todo o lado e a todxs xs anarquistas presxs e combatentes insurrecionais que em toda a parte lutam pela dignidade atrás dos muros da injustiça!

Pela destruição total de todo o existente!

Célula de Anarco-Selvagens
Federação Anarquista Informal (FAI) / Frente Revolucionária Internacional (FRI)

fonte

Austrália: Ataque co-ordenado a edifícios da Melbourne Transfield e da Toll

Na madrugada do dia 28 de Março, co-ordenámos um hilariante ataque tanto à sede da Transfield, na Estrada de St.Kilda em Melbourne, como a uma sucursal da Toll, no sul de Melbourne.

Tinta e vidros foram arremessados, sprayados, atirados para todo o lado, e as palavras “Queimar o Complexo Prisional Industrial”, “Foder a Transfield”, “Saiam de Nauru” e outras assim foram pintadas nas paredes dos edifícios.

Escolhemos especificamente como alvo estas corporações e locais de trabalho porque achamos que é fodido que alguém possa lucrar com a detenção por tempo indeterminado de seres humanos na Austrália e fora dela.

Recusamo-nos a aceitar que o governo australiano, e as empresas privadas contratadas pelo mesmo, possam sair impunes ao criminalizar, deter, torturar e matar pessoas que procuram refúgio.

Acreditamos que as pessoas têm o direito de atravessar qualquer fronteira que seja para procurar refúgio da guerra, opressão, colonialismo e dificuldades económicas. Sabemos também que a Austrália tem responsabilidade, e continua a desempenhar um papel de liderança, na criação dessas mesmas condições de guerra, opressão, colonialismo e dificuldades económicas das quais muitas pessoas estão fugindo.

Com esta ação, também dizemos ao governo australiano: Não têm autoridade para recusar a entrada e abrigo de pessoas numa terra que nunca foi cedida. Não podem recusar abrigo a pessoas em terras roubadas por vós!

Solidariedade a todxs xs que se encontrem em centros de detenção e em prisões em qualquer parte!

Fonte: anarchistnews

Austrália: De Sydney a Nantes, resistência e sabotagem

Foto da manif de 22 de Fevereiro em Nantes

A 22 de Fevereiro, ao final da tarde, vandalizamos a sede local da empresa VINCI e a sua filial Advitam na zona industrial de Seven Hills em Sydney ocidental. Destroçamos as vidraças de algumas janelas e pintamos os slogans “Contra VINCI e o seu mundo” e “ZAD está em toda a parte”.

Este pequeno ato foi realizado em resposta à chamada para ações em solidariedade com a monumental luta contra o aeroporto – que a VINCI foi contratada para construir – em Notre-Dame-des-Landes, França.

Durante os últimos dois anos as pessoas têm ocupado e defendido os campos designados para o projeto. Na região autónoma, agora conhecida como ZAD, repeliram-se iníquos ataques policiais e construiram-se centenas de cabanas de madeira e jardins que albergaram e alimentaram milhares de Zadistas e gente solidária de outros países.

VINCI é uma empresa de desenvolvimento global, engajada em projetos por todo o planeta, incluindo a construção de uma auto-estrada através de algumas das florestas remanescentes em Khimki, Rússia, onde companheirxs têm estado a lutar para as defender.

Por todo o mundo, o Capital procura a comodificação e industrialização dos últimos resquicios da natureza selvagem. Dos aeroportos às rodovias, das minas de carvão às linhas ferroviárias de alta velocidade, qualquer nível de destruição ecológica e deslocamento de comunidades é aceitável para um projeto considerado importante para o “crescimento económico” e o aumento do fluxo de mercadorias.

Atualmente, empresários e políticos dos grandes partidos daqui estão febrilmente a discutir planos para a expansão do aeroporto de Sydney, com duas novas pistas na baía de Botany, a construção de um novo aeroporto em Badgerys Creek no extremo ocidental de Sidney e também a construção de uma linha ferroviária de alta velocidade, ligando o aeroporto de Camberra a Sydney.

Ao longo do território reclamado pelo Estado australiano, o desenvolvimento industrial – da extração do urânio até às minas de gás metano de carvão – está a expandir-se a um ritmo exponencial. Ignorando as preocupações locais sobre a destruição dos lençóis freáticos e qualidade do ar, assim como a preocupação global acerca do clima, os patrões da indústria e os seus políticos só podem oferecer campanhas de “lavagem verde” e a patológica perspetiva de postos de trabalho. A única forma de derrotar estes desenvolvimentos é através da nossa coletiva e combativa luta contra o Capital, em defesa das nossas florestas comuns.

Desde a Baía de Botany até Heathrow
Desde Badgerys Creek até à ZAD
Desde Camberra até Val Susa
Desde Tarkine até Atenco
Desde Boggarbri até Hambacher
Desde Goongera até Girona
Desde Roxby Downs até Karelia del Norte
Desde Nauru até Lampedusa
Da prisão à prisão

Resistência e sabotagem!

Melbourne, Austrália: Célula Felicity Rider/FAI-FRI incendia concessionária de carros de luxo

melbourne-spencer-streetNa noite passada (2 de Setembro de 2013) pela primeira vez que se recorde, mas definitivamente não a última, as chamas da insurreição anarquista rugiram bem alto no tóxico céu de Melbourne pondo um rápido fim a anos de inatividade “ativista” e “anarquista social” nesta cidade.

Aproximadamente às 19:30 introduzimo-nos na Gran Turismo Autos – uma concessionária de carros de luxo situada na rua Spencer, zona oeste da cidade de Melbourne – através de uma janela mal protegida das traseiras, colocámos um engenho incendiário artesanal com um temporizador já programado por baixo de uma secretária na zona de escritórios, ao lado da sala de exposições, fugimos rápidamente do edifício pela mesma janela pela qual entrámos.

Dado que o alvo se localizava numa zona central de negócios de grande visibilidade, cercada de câmaras de vigilância e com muitas patrulhas de segurança, tivemos de entrar e sair rápidamente do edifício. Não tivemos nem tempo nem a intenção de deixar no local nenhum slogan ou comunicados potencialmente incriminatórios. A operação demorou menos de 10 minutos a ser concluída; fomos muito cuidadosos a ocultar as nossas aparências pelo que se alguma imagem de uma câmara de vigilância viesse a ser publicada – nos submissos meios de informação de massas fascistas da Força Policial Vitoriana – isso seria praticamente inútil.

Após termos fugido e nos termos livrado de forma segura dos disfarces, recolhemo-nos no telhado de um bloco de apartamentos de uma comissão de habitação, no meio da cidade, donde pudemos ter uma boa vista para apreciar os resultados da nossa ação.

Muito entusiasmo e pura alegria/ódio pleno foram expressos enquanto observávamos as chamas cintilando no meio da noite e a enorme nuvem de fumo negro subindo para o céu. Muitos risos foram compartilhados também – logo que vimos a quantidade enorme de brigadas de incêndio, de polícias e de veículos dos serviços de emergência – tendo a extensão do incêndio excedido mesmo as nossas expetativas.

Sem dúvida que esta ação será condenada não apenas pelas ditas autoridades mas também por membros da chamada comunidade ‘ativista’ de Melbourne – muitos dos quais afirmam ser anarquistas, apesar de evitarem ações diretas, preferindo participar em patéticos ‘protestos’ acompanhados pela polícia e outras atividades inúteis, através das quais não conseguem absolutamente nada. Iremos usar com orgulho as vossas condenações, sua traidora escória inativa!

Dedicamos esta ação à companheira anarquista australiana Felicity Ann Rider – continua livre!, à Célula de raposas enfurecidas & ACAB no Reino Unido , à Célula Liberdade Mandylas e Tsavdaridis FAI-FRI na Indonésia, à Fração do FLT-Indonésia, aos/às Amigos/as da Terra/FAI da Argentina , à FLT da Rússia,  aos/às compas encarcerados/as da Conspiração de Células de Fogo e da Luta Revolucionária , ao hacker encarcerado de AntiSec Jeremy Hammond e a todos/as os/as combatentes anarquistas ao longo do agonizante Planeta Terra!

A ação de ontem é só o começo de uma nova etapa de revolta nunca antes vista no continente ocupado da Australia  e temos a esperança de que inspirará ações semelhantes não só em Melbourne como por toda a Austrália!

A era do inútil anarquismo social acabou, deixemos que o fogo e o fumo do incêndio marquem o início da nova era da insurreição e da revolta!

Célula Felicity Ann Ryder
da Federação Anarquista Informal/Frente Revolucionária Internacional

Brisbane, Austrália: Solidariedade com as Ocupas invadidas em Atenas

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bris2De Brisbane chega uma mensagem de solidariedade para com as Ocupas invadidas em Atenas e fotos de 2 faixas colocadas na Escola de Verão Anarquista de Brisbane,feitas entre 12 e 13 Janeiro de 2013:

Na 2ª foto à esquerda”Solidariedade com Villa & SKA” e na outra “Liberdade a todos/as os/as lutadores presos/as”

De tão longe como a Austrália temos de olhar para os espaços sociais ocupados, tais como Villa Amalias, Skaramagka e o ASOEE steki, na Grécia, como fonte de inspiração na nossa luta contra o existente. Com a solidariedade como nossa arma procuramos activamente resistir ao isolamento que esta sociedade nos tenta impor. Não estão sós/as.

Companheiros/as a partir do outro lado do mundo”

fonte

Acções em solidariedade com as Ocupas na sequência das expulsões registadas na Grécia

Goa, Índia: Uma faixa em solidariedade com Villa Amalias1

2A 28 Dezembro de 2012, em Goa, alguns companheiros/as colocaram uma faixa em solidariedade com Villa Amalias. A nossa proposta consistia na participação, a nível internacional da contra informação, sobre este assunto.

SOLIDARIEDADE COM VILLA AMALIAS
10, 100, 1 000 OCUPAS!

Sydney, Austrália: Solidariedade com Villa Amalias!

3Na quinta-feira, 20 de Dezembro, em Atenas (Grécia), a Ocupa Villa Amalias foi invadida pela polícia anti-motim e oito companheiros foram presos. Todos/as eles/as são acusados/as de diferentes crimes e delitos.

Após a expulsão [a seguir à invasão, a Ocupa é “guardada” pela bófia…], o ministro grego da ordem pública declarou que a Villa Amalias era o “epicentro da ilegalidade”.

Durante 23 anos, Villa Amalias foi um espaço, político, cultural e social,aberto, oferecendo regularmente concertos, teatro, dança e cursos de línguas, projecções de filmes, espaços gratuitos e cozinhas comunitária. A Ocupa era uma iniciativa auto-organizado apoiada pelo movimento anarquista e anti-autoritário ateniense; aqueles e aquelas que estavam envolvidos nas suas actividades contribuíram para as lutas do trabalhadores/as,imigrantes e doutras lutas anti-racistas e anti-fascistas.

Como acto mínimo de solidariedade, no domingo, 23 de Dezembro de 2012, alguns anarquistas reuniram-se frente ao Consulado da Grécia e na frente da sede do banco grego Beirut Hellenic, no centro da cidade de Sydney. Duas faixas foram colocadas no edifício onde se situa o banco grego.

SOLIDARIEDADE COM VILLA AMALIAS
SOLTEM OS OCUPAS DE VILLA AMALIAS
4Panfletos expressando solidariedade com Villa Amalias e com os ocupas de todo o mundo foram lançados nas ruas e muito barulho foi feito enquanto centenas de consumidores/as corriam para as lojas, neste período de Natal-mania .

SOLIDARIEDADE COM TODAS AS OCUPAS
QUE SE LIXE A LEI
OCUPA O MUNDO

Grècia: As ações de solidariedade com Villa Amalias multiplicam-se em todo o país

Uma enorme faixa foi colocada no castelo de Patras:5Uma outra foi colocada na fachada da construção dum banco nacional em Mytilène, na ilha de Lesbos, onde se podia ler “Solidariedade com a Ocupa Villa Amalias”, enquanto que na parede atrás se podia ler: “O Estado e Capital são os únicos terroristas”:6Em Tessalónica, grafs etiquetas e cartazes apareceram por toda a cidade, como evidenciado por algumas das fotos seguintes:7

8E em Atenas, na noite de 24 de Dezembro, a velha Câmara Municipal foi atacado com bombas de tinta acabando bem decorado. Folhetos que reivindicavam a acção foram igualmente deixados no passeio:9

os artigos foram traduzidos do Francês

Melbourne, Austrália: Sabotagem no sistema de venda e validação de billhetes de comboio

Na noite de quarta-feira, 15 de Dezembro, um grupo de ativistas sabotaram a maioria das máquinas de venda automática de bilhetes e validação ( incluíndo as do sistema myki ) do ferrocarril eléctrico Sydenham, na cidade de  Melbourne.
Como el grupo “Artful fare dodgers“ explica no último parágrafo do seu comunicado:

[…] Nós exigimos um sistema de transportes públicos mais barato, mais eficaz ou mais pontual, mas o nosso ataque é contra este modo de vida. Mesmo se fosse gratuito, não nos satisfaria. Já estamos a viajar  grátis diariamente e recusamos pagar para nos submetermos ao terrorismo dos inspectores de bilhetes. Não é suficiente apenas  evitar a tarifa ou passar o nosso bilhete ao passageiro do lado que vai embarcar na carruagem – trata-se de uma invisível revolta contra estas circunstâncias que todos odiamos.. Todo o sistema deve ser atacado e sabotado.

Negação de pagamento de bilhetes
Contra a desvalorização das nossas vidas
Contra o terrorismo dos polícias dos transportes
Solidariedade com todos os passageiros clandestinos