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Tessalónica, Grécia: Vídeo de mobilização para a manifestação antifascista pan-balcânica a 10 de Março de 2018

Rebuild Libertatia! [Reconstruir Libertatia!]
O video compila um graffiti solidário e faixas pela okupa Libertatia que foi queimada pelos fascistas no dia 21 de janeiro de 2018 – um projeto do Coletivo para o comunismo libertário em Tessalónica (membro da Organização Política Anarquista / Federação de Coletivos).

Inclui também propaganda antifascista recente, sendo espalhado para contrariar a histeria do nacionalismo em curso à volta da “questão macedónia”.

em inglês l alemão

Tessalónica, Grécia: Declaração do coletivo Libertatia após o ataque fascista

Domingo, 21 de Janeiro, às 13h30, pouco antes das manifestações nacionalistas da Macedónia, os grupos fascistas que participaram lançaram uma série de ataques em espaços ocupados. Eles atacaram primeiro a escola livre “Social” e depois de terem sido repelidos com sucesso aproximaram-se da nossa ocupação, causando danos à fachada e à cerca. Os danos foram reparados pelos membros da nossa okupa que optaram por participa na manifestação anti-nacionalista em Kamara, mais tarde.

Cerca de duas horas depois, um grupo de 60-70 fascistas atacou novamente a nossa ocupação com molotovs e bombas de fumo, causando um incêndio no edifício. Naquele momento, não havia ninguém lá dentro, pois estavam na concentração de Kamara. Durante o ataque estave presente a polícia MAT que não interveio e ofereceu proteção aos fascistas, enquanto um caminhão estava estacionado não muito longe da polícia. O bairro reagiu veemente, gritando contra os fascistas, que reagiram por sua vez com insultos e lançamentos de fumo. Quando os fascistas tentaram retornar à Escola “Social”, a polícia manteve a mesma atitude: ofereceram cobertura aos fascistas ee isolaram os companheiros lá dentro.

Deixe-se ficar isto bem claro: os ataques e o fogo não teriam sido possíveis sem a cobertura à marcha da Macedónia. Estavam aqui para isso e voltaram à marcha. Todos os grupos neo nazis pediram participação na marcha, mas não parece interessar a ninguém e foi-lhes concedida legitimidade social e espaço público para se expressar e agir. Estamos conscientes de que, em outras circunstâncias, tudo isso não teria sido possível, é por isso que cada um deve considerar a sua atitude em relação ao fascismo. Essas ações de grupos para-estatais fortalecem a repressão estatal contra aquelxs que lutam e resistem por um mundo melhor. Que todos avaliem quem beneficia do fogo a um edifício com mais de um século de história e que havia sido abandonado por décadas. Um edifício que, enquanto anarquistas, comunistas libertários e rebeldes, decidimos libertar e manter – por um lado devido às necessidades habitacionais de proletários, imigrantes e pessoas atingidas pelo Estado e pelo capitalismo e, por outro, com vista a criar um espaço para fermentação de políticas radicais e promover uma nova cultura libertária. Deve ficar claro que estes atos criminosos que poderia ter um fim trágico, se houvesse alguma vítima.

Esses ataques não nos impedirão de lutar contra o Estado, capital e fascismo. Nenhum ataque nos assustará nem vai dar fortuna a qualquer fascista, mas com nossa própria consciência e teimosia para uma sociedade de igualdade e liberdade, continuaremos a lutar tenazmente pelos nossos ideais.

OS ATAQUES DOS FASCISTAS NÃO FICARÃO SEM RESPOSTA
CONSTRUEMOS BARRICADAS CONTRA A AMEAÇA FASCISTA
RUMO À ANARQUIA E AO COMUNISMO LIBERTÁRIO
Coletivo Libertatia

via Barrikade.info em alemão / italiano

Tessalónica, Grécia: Ataque incendiário por um Dezembro Negro

Vivemos num mundo em que todos os aspectos da nossa vida estão rodeados pelo sistema tecnológico. As relações sociais que são criadas através de computadores e telefones celulares estão muito distantes da vida real. Cada um de nós é monitorizado diariamente em todos os cantos da cidade por câmaras, localizadas através do sinal enviado pelos nossos telefones celulares e arquivados por impressões digitais e amostras de ADN.

Esta concepção visa transformar cada pessoa num número armazenado num banco de dados para que seja uma peça previsível e segura deste sistema podre.

O nosso objectivo é ver o nascimento de um mundo de individualidade rebeldes que tomem as suas vidas nas suas próprias mãos, percebendo o seu desejo de rebelião e liberdade. Então voltámos a atacar a empresa de telecomunicações OTE, continuando a nossa campanha anti-tecnologia.

Na madrugada de 14 de Dezembro, colocámos um dispositivo incendiário no sistema de antena OTE da Seych Sou.

Pensamos na solidariedade como arma no conflito contra o Estado e a capital, e é por isso que respondemos aos ataques de estados repressivos contra anarquistas que atacam os objetivos do poder.

Solidariedade com o anarquista Salvatore Vespertino, que foi preso em 3 de Agosto em Florença e acusado de explodir uma livraria fascista, uma acusação baseada em evidências de ADN.

Solidariedade com o anarquista Dinos Yatzoglou, que foi preso na manhã de 28 de Outubro em Atenas e acusado de enviar cartas-bomba.

Morte ao Estado.

Por um Dezembro Negro, pela Anarquia.

Célula anarquista “Destruição do existente”.

via Indymedia Athens l em francês

Grécia: Tasos Theofilou absolvido pelo tribunal de Atenas

“Liberdade para o anarquista comunista Tasos Theofilou” – manifestação de solidariedade, em Tessalónica ( 29 de Junho de 2017).

7 de Julho de 2017:

Após cinco anos de prisão, Tasos Theofilou foi considerado não culpado, em todas as acusações, por um tribunal de apelações em Atenas. A decisão foi tomada por uma maioria de 3 a 2.

   em inglês l italiano l alemão l francês l espanhol         

[11J] Tessalónica, Grécia: Reivindicação de colocação de dispositivo incendiário

Tudo do que necessitamos é da liberdade total.

Concebemos os espaços anarquistas e anti-autoritários como estruturas em que organizamos lutas e vivemos momentos coletivos fora das relações autoritárias que o Estado e o capitalismo nos desejam impor diariamente.

Ultimamente, o Estado realizou vários ataques contra Okupas e lugares anarquistas em Atenas, Salónica, Agrinio e Larissa. Em resposta a esses ataques, durante a noite de 11 para 12 de Junho de 2017 colocamos um dispositivo incendiário numa carrinha pertencente à empresa AKTOR na rua Makedonikis Amynis, em Tessalónica.

Sabemos que esta empresa constrói as estruturas do inimigo – como a mina Skouries na península de Halkidiki, destruindo a terra em benefício dos capitalistas ou o metro de Salónica, destinado a apoiar e fortalecer o fluxo de capital.

Escolhemos o 11 de Junho, dia internacional de solidariedade com prisioneirxs anarquistas que enfrentam sentenças longas, para expressar a nossa solidariedade para com todxs xs companheirxs em cativeiro por todo o mundo.

Fogo a todas as celas das prisões.
Morte ao Estado e ao Capital.
Ação direta para a Anarquia.

grego l inglês l alemão

Tessalónica, Grécia: Lambros Foundas através das nossas chamas (ataques a casas de polícias)

Lambros Foundas vive através das nossas chamas

Declaração de responsabilidade pelos ataques às casas dos polícias Efthimis Efthimiadis e Ilias Hajis.

Em 10 de Março de 2010, um anarquista e membro da Luta Revolucionária, Lambros Foundas, é executado em Dafni durante a expropriação de um veículo que iria ser usado num ato de violência revolucionária da organização.

O incêndio das residências dos polícias Efthimis Efthimiadis (no nº 20 da rua Kiprou, em Agios Pavlos) e Ilias Hajis (na rua Papanastasiou em Sikies, Tessalónica), às primeiras horas de 9 de Março, é a nossa homenagem mínima à memória de um companheiro que foi morto pelos tiros do exército metropolitano de ocupação da democracia, lutando pela Revolução.

Combatentes mortos são a razão e a causa da continuação da nossa luta revolucionária.

Na quinta-feira de 5 de Janeiro, são detidos xs membros da Luta Revolucionária Pola Roupa e Kostandina Athanasopoulou. Durante a prisão da companheira Pola, os polícias encapuçados da força antiterrorista sequestraram o seu filho de 6 anos e, sob a ordem do Procurador de Menores Nikolou, transferem-no para a ala psiquiátrica do hospital Pedon, sob guarda.

Os três membros da Luta Revolucionária, Pola Roupa, Kostandina Athanasopoulou e Nikos Maziotis, a partir do momento da detenção de Pola e Kostandina, iniciam uma greve de fome, exigindo a libertação imediata da criança de 6 anos e a sua entrega à custódia dos familiares.

A mensagem é clara: contra a teimosia dos revolucionários, a repressão desenrola a mais suja e anti-ética das armas. Porém esta tentativa desprezível  dos mecanismos, para extorquir e se vingar dxs presxs, encontrou pela frente a determinação dxs 3 membrxs da Luta Revolucionária, assim como uma dinâmica de luta multiforme – através de uma série de acções de apoio político e de solidariedade agressiva – levantando uma barreira temporária à vulgaridade  da repressão.

Toda a acção da Luta Revolucionária pode ser convocada na aplicação de uma estratégia revolucionária desestabilizadora do regime. As 3 greves repressivas contra a organização, após a execução do companheiro Lambros Foundas, e a segmentação de um círculo mais amplo de indivíduos – baseado no contato e nas relações que tinham com membros da organização, a recompensa de 1 milhão de euros por dois membros, a lesão durante a prisão do companheiro Nikos Maziotis em Monastiraki, o sequestro de uma criança de 6 anos, as recentes ameaças contra a companheira Pola (plano para a assassinar e a tentativa de suborno do membro do parlamento europeu pelo Syriza, Kostandina Kouneva) e a recusa de conceder licenças ao companheiro Kostas Gournas, ilustram o medo das autoridades à estratégia da luta armada.

No verão de 2002, as autoridades tentaram, através das prisões dos membros da organização 17 de Novembro, impor o medo da resistência e a futilidade da propaganda armada. O estrondo da explosão da bomba da Luta Revolucionária nos tribunais de Evelpidon, na madrugada de 5 de Setembro de 2003, foi o fim dessa tranquilidade, ordem e segurança; 14 anos depois, há tentativas das autoridades para impor a mesma futilidade. A história nos chama para provar, uma vez mais, que eles estão errados. Vamos organizar a nossa auto-defesa colectiva, da qual surgirão formações agressivas de violência revolucionária.

Violência à violência expressa pelos mecanismos repressivos em nome da ordem e da segurança contra as partes combatentes.

Sangue ao sangue dxs revolucionárixs mortxs, assassinadxs pela repressão internacionalizada.

Ataque por todos os meios às transportadoras e representantes da repressão.

Ataque através das lutas e manifestações, ataque aos centros de tomada de decisão e esquadras de polícia, ataque às suas casas.

Solidariedade aos combatentes e rebeldes presxs por todo o mundo, de Standing Rock, no Dacota, até aos subúrbios franceses flamejantes.

Quanto a Tsoutsouvis, Kassimis, Foundas, Morales e todos os mortos revolucionários, a luta continua.

Organização de Ação Anarquista

em inglês via 325.nostate

Komotini, Grécia: Afixação de cartazes e faixa em solidariedade com a Biblioteca KAOS

solidar-kaozA Biblioteca KAOS está ameaçada de despejo a 4 de Agosto de 2016. A Okupa anarquista  Utopia A.D. colocou uma faixa e afixou cartazes na cidade de Komotini, como mostra de solidariedade com xs companheirxs de Porto Alegre.

Solidariedade com a Okupa anarquista Biblioteca Kaos no Brasil!
Conflito é a única resposta a dar!

SOLIDARITY-KAOZColagem de cartazes pela Utopia A.D. em Komotini em solidariedade com a Biblioteca KAOS de Porto Alegre, ameaçada de desalojo; também a Fode Nações Okupa o Mundo afixou cartazes em solidariedade com xs okupantes fortemente reprimidxs em Tessalónica. solidarid-kaoz

 inglês, alemão

Heraklion, Ilha de Creta: Solidariedade incendiária com as Okupas

burnurlocalchurchÀs primeiras horas de 1 de Agosto de 2016, foi colocado um dispositivo incendiário na igreja de Aghios Dimitrios na cidade de Heraklion, em Creta. Esta ação foi levada a cabo como resposta mínima às recentes operações da Igreja S.A. – em cooperação com  as forças da polícia e tribunais – na cidade de Tessalónica, onde várias okupas foram desalojadas e uma delas demolida a seguir.  Considere-se esta práxis como uma contribuição para a chamada por um Julho Negro, realizada por companheirxs da Rigaer94 na Alemanha.

Em 22 de Maio de 2009, Mauricio Morales acaba por morrer durante o transporte de uma bomba destinado à Escola de Guardas prisionais, no Chile. Maurício participou na Okupa – Biblioteca Sacco y Vanzetti – pondo em prática o encontro das ações  pública e ilegal. Um okupa e um atacante à bomba que nunca discriminou qualquer meio de ação nem tampouco se armadilhou em ilhotas de pseudo-liberdade. (Conspiração de Células de Fogo / FAI-FRI, Célula de Guerrilha Urbana).

Solidariedade com as okupas                             

Solidariedade com xs companheirxs encarceradxs por toda a terra

Contra tudo e qualquer que amachuque a liberdade                             Este mundo não é para ser derrubado mas sim destruído

PS. A Biblioteca Kaos, em Porto Alegre no Brasil, está ameaçada de despejo na quinta-feira, 4 de Agosto. Xs companheirxs não vão abandonar a okupa, pelo contrário irão defendê-la. Apoiamos-lxs sinceramente e desejamos-lhes força, enviando-lhes um abraço de fraternal camaradagem e cumplicidade.

Grécia: Okupas de habitação de imigrantes despejadas em Tessalónica

“Solidariedade com as Okupas – Okupa o mundo” – slogan pintado na ilha da Cefalónia, Grécia, 28/07/2016.

A 27 de Julho de 2016, ao romper da aurora, as forças policiais gregas invadiram e simultaneamente desalojaram três okupas de habitação de imigrantes na cidade de Tessalónica: A okupa de habitação de imigrantes Orfanotrofio (propriedade da Igreja), a comunidade Hurriya na rua Karolou Diehl (edifício de propriedade privada) e um outro edifício localizado na Avenida Nikis (propriedade da Universidade).

Várias dezenas de pessoas que ali viviam foram detidas. Provavelmente todxs aquelxs que se encontravam sem documentos foram enviados para campos de detenção, enquanto um grande número de ativistas era notificado para julgamento. Mais tarde, naquele mesmo dia, o edifício Orfanotrofio seria completamente demolido pelas autoridades.

A partir de então, várias ações foram realizadas em resposta a esta operação repressiva.

A 28 de Julho, alguns detidxs do edifício Nikis receberam quatro meses de pena suspensa. Xs detidxs da Orfanotrofio e Hurriya vão ter julgamentos separados, nos dias 3 e 5 de Agosto, respectivamente. Todxs xs ativistas presxs foram entretanto libertadxs.

A seguir indica-se um comunicado da okupa Orfanotrofio após o despejo e demolição da casa:

A 27 de Julho de 2016, às 05:45, a okupa Orfanotrofio de habitação de imigrantes em Tessalónica foi desalojada sob o pretexto de uma queixa apresentada pela Igreja S.A. Pouco tempo depois deu-se início à demolição completa do edifício.

Duas outras okupas que abrigavam imigrantes foram simultaneamente desalojadas (Avenida Nikis e comunidade K.Diehl-Hurriya).

Como resultado disto um total de 74 prisões foram realizadas nas três okupas.

O que se torna evidente é a criminalização de solidariedade e, é claro, a escolha política do Estado para atingir as estruturas auto-organizadas de solidariedade e comunidades de luta. Que estas estruturas estão a ser alvo de ataque tornou-se também evidente algumas horas após as três expulsões em Tessalónica – quando o prefeito de Atenas Giorgos Kaminis anunciou que vai apresentar um relatório queixa relativa o fato de existirem imigrantes a viver em edifícios de propriedade do município ocupados, declarando que aquelxs estão a “degradar a cidade” de Atenas.

Nós, por sua vez, acreditamos que as okupas habitacionais de imigrantes não degradam as nossas cidades, pelo contrário tornam-nas mais vivas.

É por isso que vamos continuar a criar estruturas de solidariedade e de luta; vamos continuar a viver e lutar em conjunto com xs migrantes. Porque não ampliamos a solidariedade dirigida aos/às imigrantes; praticamos a solidariedade em conjunto com xs migrantes. Porque não nos vemos como sendo privilegiadxs em relação aos/às imigrantes; antes como a manutenção de uma posição comum com elxs contra os patrões e os estados. Juntxs compartilhamos o que temos e lutamos por aquilo que devemos ter.

Porque queremos xs migrantes nos tecidos da nossa cidade, não em guetos. Queremos-los nas nossas escolas e bairros. …

NADA ESTÁ TERMINADO
TUDO CONTINUA

Assembleia da okupa de habitação de imigrantes Orfanotrofio

em inglês

[Tessalónica] Solidariedade com as anarquistas acusadas no caso dos assaltos a bancos em Aachen – Atualização da situação das compas

kamara stencil

flyers
Solidariedade com as anarquistas acusadas no caso dos assaltos a bancos na Alemanha – Libertação imediata das nossas companheiras – Incendiar todas as prisões – Destruir todos os bancos.

posterposteringEm Tessalónica, na Grécia, foram espalhados cartazes e panfletos com uma chamada à solidariedade com as companheiras anarquistas acusadas em casos de assalto a banco na Alemanha. Stencils foram pintados a spray por toda a cidade e uma faixa foi pendurada na Kamara, onde se podia ler: “Solidariedade com as companheiras anarquistas presas, acusadas de assalto a banco na Alemanha ‘. O texto do folheto espalhado, em grego e inglês, pode ser encontrado em Atenas IMC & Indymedia.nl.

Atualização do caso via Solidariteit.noblogs.org: na Holanda, a companheira foi libertada em condições restritivas. No entanto, ainda se encontra ameaçada de extradição para a Alemanha. A audiência da extradição terá lugar no dia 1 de Setembro de 2016, altura em que será decidido se a Holanda a entregará ao Estado alemão, onde enfrenta acusações de uma expropriação que ocorreu em Aachen, em 2013.

A outra companheira, que foi presa em Barcelona, em Abril de 2016, já foi extraditada para a Alemanha, encontrando-se à espera de julgamento. Está encarcerada na prisão de Colónia, acusada de uma expropriação que teve lugar em Aachen, em 2014.

em inglês

Grécia: Ação no consulado do Chile, em Tessalónica

punky-mauri

Atendendo à chamada do 11 de Junho, dia de solidariedade internacional com xs presxs anarquistas de longa pena, a 13 de Junho lançámos flyers e atacámos com bombas de tinta e sprays de pintura o consulado do Chile, situado na rua Karolou Diehl em Tessalónica. Também dedicámos a ação à memória do companheiro Mauricio Morales.

“Antes de dormir abraço o caos, uma ideia que liberta o meu corpo e mente visto que me faz sentir vivo. Não quero ir em busca do graal que dará liberdade às sociedades futuras. Os meus dedos buscam o vôo sangrento da destruição das cadeias, o fogo rítmico, os incêndios vizinhos do Poder e dos seus mestres. E as minhas ações antes de adormecer visam romper-me com a rotina ao acordar amanhã, no sentido da ação individual com o peito como pedra, inchado pela destruição desta e de todas as outras sociedades.
Faz-me um favor: procura que viva a anarquia.”

[Punky Mauri]

em espanhol l grego l inglês

Tessalónica, Grécia: Sabotagem e molotovs por um Dezembro Negro

bombaOs fins de semana são dias de liberdade estabelecidos para os humanitezitos, uma ideia que choca com a nossa percepção das coisas. Em vistas do Dezembro Negro quisemos perturbar as águas da paz social na zona de Triandria, em Tessalónica. No domingo, 22 de Novembro, de madrugada, deixamos inutilizado um caixa electrónico para em seguida atacar com cocktails molotov tanto um banco como o edifício municipal que estava perto.

BOM DEZEMBRO…

Individualidades do Caos

em espanhol

Tessalónica: Atacadas sedes do Syriza em solidariedade com Evi Statiri

Cerca da meia noite de quarta-feira, 14 de Outubro de 2015, atacamos a sede do Syriza situada no bairro de Neapoli e vandalizamos com tintas a entrada da sede central do mesmo partido, na praça Aristotelous, como mostra de solidariedade com Evi Statiri e como resposta à imposição das medidas restritivas que acompanharam a sua libertação.

Ninguém pode brincar com as vidas dxs nossxs companheirxs.

LEVANTAMENTO IMEDIATO DAS MEDIDAS RESTRITIVAS CONTRA EVI STATIRI

SOLIDARIEDADE COM XS COMPAS PRESXS

Solidárixs

espanhol

Tessalónica: Caixas electrónicos sabotados em solidariedade com Evi Statiri

No dia 14 de Setembro de 2015, Evi Statiri iniciou uma greve de fome contra o medo e a injustiça, exigindo o fim da sua prisão por vingança. O governo do Syriza, na intenção de acalmar a situação, libertou a grevista da fome mas obrigando-a a cumprir duras medidas restritivas:

Proibição de sair do âmbito territorial do Estado grego, apresentar-se na esquadra da polícia 3 vezes ao mês, proibição de se encontrar ou comunicar com acusadxs no mesmo caso ou com o seu companheiro sentimental, Gerasimos Tsakalos, residência obrigatória na sua casa, no bairro de Gyzi, além de limite de circulação ser um perímetro de um quilómetro à volta do seu domicílio.

Ninguém pode jogar com as vidas dxs nossxs compas e seus familiares. As práticas dos aparelhos estatais de vingança contra xs guerrilheirxs urbanxs presxs não ficarão sem resposta.

Como resposta mínima às medidas restritivas impostas contra Evi Statiri, na terça-feira, 6 de Outubro, atacamos e destruímos os 2 caixas electrónicos automáticos que estão situados em frente da Universidade da Macedónia.

LEVANTAMENTO IMEDIATO DAS MEDIDAS RESTRITIVAS CONTRA EVI STATIRI

SOLIDARIEDADE E FORÇA AOS/ÀS COMPAS PRESXS E SEUS FAMILIARES

Solidárixs

espanhol

Tessalónica, Grécia: Cartaz solidário tendo em vista o segundo julgamento da Luta Revolucionária

“A luta revolucionária é um assunto de profunda e irredutível crença na destruição do Estado e do capitalismo”
–Pola Roupa, 8/8/2014

10 de Abril de 2014: A organização Luta Revolucionária ataca com um carro-bomba a Direção de Supervisão do Banco da Grécia, na rua Amerikis, em Atenas, no mesmo edifício onde se aloja o representante permanente do Fundo Monetário Internacional na Grecia, W. McGrew.

16 de Julho de 2014: É detido o anarquista Nikos Maziotis, que se encontrava na clandestinidade, membro da Luta Revolucionária – após um confronto armado com a bófia, do qual resulta ferido.

1 de Outubro de 2014: Durante uma operação dos serviços antiterroristas é detido o anarquista Antonis Stamboulos o qual ingressa em prisão preventiva sob a acusação de participante na organização.

16 de Outubro de 2015: O Estado e o Capital tentam julgar, pela segunda vez, a Luta Revolucionária. No tribunal especial das prisões de Koridallos conduzir-se-á um julgamento contra xs membrxs da organização Nikos Maziotis e Pola Roupa (procurada), contra o companheiro Antonis Stamboulos e contra Giorgos Petrakakos [ilegalista detido a 24 de Setembro de 2015 na cidade de Volos, após uma operação da polícia grega].

O que se maquina, na realidade, é outro terror-julgamento de emergência para condenar a necessidade do confronto armado com o Estado e o capitalismo. A necessidade da luta para uma ofensiva contra o monopólio estatal da violência legal. A crença na necessidade da luta pela Revolução Social e Anarquia – valores pelos quais deu a vida o companheiro e membro da organização Lambros Foundas.

Enquanto existirem os Estados e o Capital existirá também a luta pela destruição. Pela construção da sociedade anarquista revolucionária de igualdade, solidariedade e liberdade.

Solidariedade com xs membrxs da organização Luta Revolucionária e com todxs xs processadxs no mesmo caso.

Okupa Terra Incognita
terraincognita.squat.gr

em grego | espanhol

Tessalónica: Ações solidárias do Coletivo Anarquista Negro/Verde

LIBERTAÇÃO IMEDIATA DE EVI STATIRI, EM GREVE DE FOME DESDE 14/9.
LIBERTAÇÃO IMEDIATA DE EVI STATIRI, EM GREVE DE FOME DESDE 14/9
CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO DAS RELAÇÕES FAMILIARES E DE AMIZADE. LIBERTAÃO IMEDIATA DE EVI STATIRI, EM GREVE DE FOME DESDE 14/9
CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO DAS RELAÇÕES FAMILIARES E DE AMIZADE. LIBERTAÃO IMEDIATA DE EVI STATIRI, EM GREVE DE FOME DESDE 14/9
LIBERTAÇÃO IMEDIATA DE EVI STATIRI, EM GREVE DE FOME DESDE 14/9
LIBERTAÇÃO IMEDIATA DE EVI STATIRI, EM GREVE DE FOME DESDE 14/9
CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO DAS RELAÇÕES FAMILIARES E DE AMIZADE. LIBERTAÇÃO IMEDIATA DE EVI STATIRI, EM GREVE DE FOME DESDE 14/9
CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO DAS RELAÇÕES FAMILIARES E DE AMIZADE. LIBERTAÇÃO IMEDIATA DE EVI STATIRI, EM GREVE DE FOME DESDE 14/9
PAREM A PERSEGUIÇÃO AOS DOIS ANARQUISTAS ANDREA E ERROL. CONTRA O SAQUEIO DA NATUREZA, LUTA PELA TERRA E PELA LIBERDADE
PAREM A PERSEGUIÇÃO AOS DOIS ANARQUISTAS ANDREA E ERROL. CONTRA O SAQUEIO DA NATUREZA, LUTA PELA TERRA E PELA LIBERDADE
CONCESSÃO IMEDIATA DAS SAÍDAS EDUCATIVAS A NIKOS ROMANOS
CONCESSÃO IMEDIATA DAS SAÍDAS EDUCATIVAS A NIKOS ROMANOS

Na semana passada colaram-se papelógrafos nas paredes do centro de Tessalónica:

– Em relação ao caso dos dois compas Andrea e Errol que foram detidos no domingo, 23 de Agosto, na manifestação contra as minas de ouro em Skouries, península de Calcídica. Na terça-feira, 29 de Setembro assim como na quarta-feira, 30 de Setembro, a suspensão temporal da ordem de deportação que lhes foi imposta vai ser examinada nos tribunais de primeira instância de Tessalónica.

– Em relação ao caso de Evi Statiri, que desde 14 de Setembro iniciou uma greve de fome exigindo a sua libertação.

– Em relação ao caso do anarquista Nikos Romanos, a quem não lhe são concedidas as saídas educativas da prisão.

Colectivo Anarquista Negro/Verde

Tessalónica, Grécia: Pintadas e faixa em solidariedade com a grevista da fome Evi Statiri

Evi força, até à liberdade // Greve de fome contra o medo e a injustiça
Evi força, até à liberdade // Greve de fome contra o medo e a injustiça
Luta contra o medo e a injustiça
Luta contra o medo e a injustiça
Luta contra o medo e a injustiça
Luta contra o medo e a injustiça
Liberdade para Evi Statiri em greve de fome desde 14/9
Liberdade para Evi Statiri em greve de fome desde 14/9
Evi Statiri na rua já!
Evi Statiri na rua já!
Liberdade para Evi Statiri, em greve de fome desde 14/9
Liberdade para Evi Statiri, em greve de fome desde 14/9
Evi Statiri na rua já! // Greve de fome desde 14/9
Evi Statiri na rua já! // Greve de fome desde 14/9

Um gesto mínimo em solidariedade com a grevista de fome Evi Statiri.

Vitória à luta de Evi Statiri: até à libertação!

Levantamento das medidas restritivas contra Athena Tsakalou!

Força aos/à membros presxs da Conspiração de Células de Fogo!

Solidariedade com todxs xs lutadorxs processadxs!

Tessalónica: Intervenção anarquista no Greenwave Festival

A sua civilização presta-se ao confinamento. Guerra contra o Estado e o capitalismo // Parem a perseguição aos anarquistas Andrea e Errol
A sua civilização presta-se ao confinamento. Guerra contra o Estado e o capitalismo // Parem a perseguição aos anarquistas Andrea e Errol
Luta pela terra e pela liberdade, contra o Estado e a indústria // Anulação imediata da ordem de deportação contra os anarquistas Andrea e Errol
Luta pela terra e pela liberdade, contra o Estado e a indústria // Anulação imediata da ordem de deportação contra os anarquistas Andrea e Errol
Parem a perseguição a ambos os anarquistas, Andrea y Errol. Contra o saque da natureza
Parem a perseguição a ambos os anarquistas, Andrea y Errol. Contra o saque da natureza
Libertação imediata de Evi Statiri, em greve de fome desde 14/9
Libertação imediata de Evi Statiri, em greve de fome desde 14/9
Abstenção às urnas, ataque contra todo o Poder
Abstenção às urnas, ataque contra todo o Poder

No sábado, 19 de Setembro, foi levada a cabo uma intervenção no Greenwave Festival de Tessalónica. Colocaram-se faixas, repartiram-se textos acerca do caso dos dois compas anarquistas Andrea e Errol (detidos numa manifestação contra as minas de ouro em Skouries, na península de Calcídica, no domingo de 23 de Agosto, ameaçando-se agora com a sua deportação por não serem cidadãos gregos), contra as eleições e acerca do caso de Evi Statiri que se encontra em greve de fome desde 14 de Setembro.

Parem a perseguição aos anarquistas Andrea e Errol.

Libertação imediata de Evi Statiri.

Abstenção às eleições, ataque contra todo o Poder.

espanhol

Grécia: Expropriação de supermercado em Tessalónica

Ultrapassemos o medo. Tomemos as rédeas das nossas vidas.

Experimentamos, durante os últimos anos, um dia a dia dominado cada vez mais pela miséria e exploração extrema. Através da impotência para cobrirmos as nossas necessidades tornou-se óbvia uma conclusão intemporal: a nossa vida não é determinada por nós mesmos mas sim pelas regras do mercado e produção de lucro para os patrões, gregos e estrangeiros. Assistimos ao ataque frontal do sistema, para proteger os seus interesses. À polícia transformada no exército de ocupação das cidades, enquanto o medo e o terror se transformaram na propaganda principal dos meios de comunicação de massas. Sob um regime de ameaça permanente, os patrões apelam à trégua e à passividade, seja através de decisões pré-determinadas ou mediante métodos mais sujos, oferecendo-nos a ilusão de poder escolher, como seja o caso do referendo.

Ultrapassemos a inércia e o medo, para lá dos dilemas da inércia e do medo, para lá dos dilemas do Poder.

Não deleguemos a solução dos nossos problemas naquelxs que os estão a criar.

Nós, xs oprimidxs, temos que tomar as rédeas das nossas vidas.

Perante o dilema do memorando dos credores ou o memorando do Syriza, respondemos com a auto-organização e a ruptura com os patrões, estrangeiros ou gregos, e com os seus exércitos.

Perante a legalidade dos exploradores, que nos mantêm escravxs, respondemos com a AÇÃO DIRETA dxs oprimidxs e a auto-organização das vidas e da luta.

Recusa de obedecer às ordens dos patrões.

Recusa de pagamentos (bilhetes, facturas, dívidas aos bancos, taxas).

Criação de estruturas de cobrimento coletivo das nossas necessidades (okupas, cozinhas colectivas).

Solidariedade entre xs oprimidxs e criação de comunidades.

Recuperemos dos patrões tudo aquilo que temos produzido com sangue e suor.

Expropriação das riquezas acumuladas.

Armamento das nossas comunidades pela organização da nossa autodefesa e do ataque contra os nossos opressores.

No sábado, 11 de Julho, um grupo de compas realizou uma expropriação de uma loja da cadeia de supermercados Afroditi, na zona de Martiou, a este de Tessalónica. Os produtos de necessidades básicas (azeite, massa, legumes) expropriados foram repartidos a seguir no mercado popular do lado. As pessoas reagiram de maneira positiva, aceitando os produtos e aplaudindo a ação.

Grécia: Ataque incendiário contra uma esquadra da polícia em Tessalónica

A 17 de Janeiro de 2015 apresentamo-nos na esquadra de polícia na zona de Charilaou, na cidade de Tessalónica, para devolver um pouco de violência aqueles que diariamente são os primeiros a exercê-la.

De fizéssemos uma lista dos incidentes de brutalidade policial dos últimos meses, veríamos que aquela seria bem longa: A repressão das manifestações de 17 de Novembro e de 6 de Dezembro por toda a Grécia, a repressão contra as empregadas de limpeza despedidas do ministério das finanças, a repressão contra os protestos de pessoas incapacitadas e as operações de limpeza contra imigrantes, são apenas alguns dos incidentes que se registaram. Nenhum destes acontecimentos nos surpreendeu, só nos encheram de ódio. As denúncias vagas pelo uso desmedido de violência, a parte do facto de que não são do nosso interesse, servem só para enganar e ocultar a essência do papel que estes bastardos desempenham em geral. Como guardiões do sistema, estarão sempre plenos de ódio para xs que lutam contra a bófia e para xs perturbadorxs da ordem e terão de provocar temor e medo a todxs xs demais.

Indiferentemente de receberem as suas ordens de um governo arrogante e abertamente fascista ou de um governo “esquerdista” de flores, o seu rol será sempre o mesmo: a proteção dos poderosos e do Capital.

Há pouco tempo o Estado grego inaugurou as prisões de máxima segurança de Domokos – a ser preparadas há já algum tempo para impôr condições de confinamento mais duras à população prisional em luta, com o intuito de deixar uma mensagem clara acerca do futuro que se depara para xs que lutam. Além disso, o facto da vigilância externa das prisões passar a ser uma tarefa da bófia dar-lhe-à carta branca para impor as suas bravatas e brutalidades sobre os presos em qualquer momento dado.

Assim, com a memória cravada na consciência, não esquecemos aquelxs torturadxs nos calaboços e nos interrogatórios, xs executadxs nas ruas, xs espancadxs nas manifestações, xs privadxs da sua liberdade às mãos sujas da bófia, xs que não hesitaram em resistir aos ataques, às tareias, aos registros e às buscas corporais, xs que mantêm o seu ódio intato e firme.

Com ou sem pretexto, a bófia será sempre um objectivo de ataque.

Não importa quantas flores promete a primavera governamental que vem aí, um molotov será sempre mais bonito.

Não deixemos nada sem resposta. Ataquemos os aparelhos do Estado e do Capital.

Solidariedade com xs revolucionárixs presxs.

Tessalónica: Concentração com megafone contra as prisões de segurança máxima

tesalonika21

trikaki-salonica (1)Nenhuma delas, nem tipo C nem das comuns; fogo e pólvora a todas as prisões.

Não queremos nem gaiolas maiores ou mais luxuosas; queremos que sejam destruídas, queimadas e esvaziadas.

Jaulas visíveis, celas e barras; destruamos todas os grilhões do Estado.

Ao meio dia de sábado, 17 de Janeiro de 2015, realizou-se no cruzamento das ruas Olympiados com Ioulianou, na cidade de Tessalónica, uma concentração com megafone contra as condições de detenção especiais, assim como contra a instituição de confinamento de todos os seres vivos.

Na concentração participaram cerca de 30 companheirxs, foram repartidos textos e atiraram-se flyers.

Luta sem trégua pela Libertação Total e pela Anarquia.

Coletivo Anarquista Negro/Verde

fonte/mais fotos: mavroprasino

Grécia: Incendiado veículo de empresa de segurança em Tessalónica

a las barricadasNa quinta-feira, na noite de 8 para 9 de Janeiro de 2015, incendiámos um veículo da empresa de segurança privada K2 Security no bairro Triandria de Tessalónica.

No mês passado foi iniciado o funcionamento das prisões tipo C. Com as condições de detenção especiais o Estado pretende subjugar os prisioneiros políticos, os presos que lutam ou ainda os que são considerados perigosos para o funcionamento normal das prisões. Para além disso, é também uma tentativa de exemplificar e intimidar aqueles que lutam do lado de fora dos muros, a fim de debilitar ou mesmo erradicar qualquer luta social que ameace o funcionamento normal do regime.

É claro que o aumento do tempo de detenção e o isolamento nas celas especiais da democracia não é algo independente das condições agudizadas de repressão nos espaços laborais, a extensão da destruição da natureza em favor dos lucros e a evolução e avanço contínuo da repressão nas relações sociais. A construção de uma prisão dentro da prisão é parte da intensificação do ataque que o Estado e o capital  desencadearam contra xs que estão abaixo.

Um ataque que não vai ser contido se não levantarmos barricadas, se não deixarmos de pôr as nossas esperanças nas urnas e nos salvadores, se não tomarmos as rédeas das nossas vidas e das nossas lutas.

Difundamos os fogos por toda a Grécia como mostra de luta comum com xs revolucionárixs presxs…

Atenas, Grécia: Spyros Mandylas e Andreas Tsavdaridis foram libertados da prisão!

LaunchingSpyros Mandylas e Andreas Tsavdaridis foram libertados da prisão em 12 de Janeiro de 2015,  após terem atingido o prazo máximo de 18 meses de prisão preventiva.

Os dois anarquistas foram detidos em 11 de Julho de 2013 em Tessalónica, e, em seguida, enviados para a prisão de Koridallos,  em Atenas, em prisão preventiva e sob acusações de terrorismo.

Tsavdaridis assumiu a responsabilidade pelo envio de um pacote – bomba (como célula FAI-FRI sob o nome de Comando Mauricio Morales) a Dimitris Chorianopoulos, ex-comandante da unidade da polícia anti-terrorista, enquanto Mandylas (participante da Nadir, ex-okupa em Tessalónica) negou todas as acusações contra ele.

Os dois companheiros enfrentam julgamento no tribunal especial da prisão de mulheres de Korydallos, ao lado dxs dez membros presxs da Conspiração das Células de Fogo, desde 4 de Junho de 2014. Andreas Tsavdaridis e Spyros Mandylas são acusados de suposta participação na CCF, tentativa de homicídio do ex-comandante da força anti-terrorista, e tentativa de explosão e posse de explosivos (em conexão com o mesmo pacote postal incendiário, ação reivindicada, na Grécia, como parte do “Projeto Fénix”).