Arquivo de etiquetas: anti-patriarcado

[Portugal] “Ninguém que não deseje a tua libertação total pode ser considerado teu aliado”

NINGUÉM QUE NÃO DESEJE A TUA LIBERTAÇÃO TOTAL PODE SER CONSIDERADO TEU ALIADO

Se não se estender a crítica do fascismo à democracia, capitalismo, às prisões, às pátrias, ao patriarcado, à propriedade, ao especismo e a qualquer regime que envolva sermos governadxs: estamos a nos condenar a um emaranhado histórico único que só acabará para dar lugar a um planeta inabitável. Os social-democratas eleitoralistas estão confortáveis demais ao condenar as atrocidades da direita e ao esconder as suas próprias, querem é estar nas ruas e no governo ao mesmo tempo.

Os regimes autoritários ganham terreno, rápida e eficientemente, porque os objetivos que perseguem são medíocres: não há nenhuma complexidade em submeter os outros através das armas, impostos, mentiras e propaganda – 90% dos projetos políticos estão comprometidos é com isso (toda a infraestrutura necessária já está construída e a funcionar).

Na realidade, ninguém que te trate como massa doutrinável, ninguém que entenda a luta como um passatempo a fazer de vítima e alheio à tua capacidade criativa e ofensiva, ninguém que não deseje a tua libertação total pode ser considerado teu aliado.

Anarquistas

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A extrema-direita em Portugal, hoje

recebido a 19.02.18

[Contribuição anarquista importante. Companheirxs, em Portugal,  procuram justamente entender de que forma e por que meios se pretende expandir o nacionalismo e o patriotismo, o ódio racial, a xenofobia generalizada, a homofobia assassina e o conservadorismo mais obsceno, assim como identificar as suas ramificações – associações, movimentos, partidos, negócios e locais.]

Tendo como alvo preferencial xs imigrantes, xs homosexuais, transgénero e xs anti-militaristas em geral, além de qualquer mulher em particular (movimentos anti-aborto e outros) é desde logo evidente que a extrema-direita se pretende infiltrar (ou já fundou associações) em meios ligados à defesa do ambiente, direitos dos animais, meios vegan ou vegetarianos, esotéricos e de solidariedade social (mas só para “brancos”), tendência aliás comum ao que se passa um pouco por toda a Europa. A juntar-se a isto, aparecem as bandas nazis em franco florescimento, uma editora de venda on-line mas também em apresentações de livros (ou com ligações a alfarrabistas onde vendem diretamente toda a mixórdia nazi-fascista, pura e dura).

Desde sempre presentes nas claques dos grandes clubes de futebol, também treinam jogos de guerra, perseguindo negros ou outras etnias, tentando matá-los, no terreno ou on-line. E por falar em on-line, presentes estão em força nas chamadas redes sociais, onde também captam “incautos” entre o descontentamento geral – tal como o fazem nos sites de jogos de guerra, todos eles de violência extrema racista, homofóbica, xenófoba e misógina.

Possuem, claro está, locais de culto e negócios. Uns legais, outros ligados a tráficos (mulheres, armas e drogas). A cereja em cima do seu “bolo envenenado” são as organizações políticas, umas visíveis, outras na clandestinidade. Treino de assassinos e bestialidade humana. É disso que se trata e devemos estar preparados para esmagar, uma e outra vez, os ovos da serpente e para a matar, por fim.

[LISTA EM ATUALIZAÇÃO]

Local da moda de concentração nazi: Bar Cave.

Grupos em florescimento: NOS e “Verdade Contra o Sistema”.

Negócios:

– Restaurante BRASA DO PRIOR VELHO – Lisboa (gerido por um nazi e local de encontros da NOS).

– Defensive fight system na Moita. (com a “Defensive Fight System” – na prática de Kung Do Te – Grupo Desportivo e Popular de Chão Duro na Moita). Representada pelo seu Director Paulo Cegonho (membro de extrema-direita, assumido), o ginásio tem protocolo com a NOS.

-Bar Cave ( Cave Rock Bar) – de um membro da “Oifensiva”, banda nazi – frequentado por hammerskins e publicitado (antes da sua abertura) por várias páginas de extrema direita e elementos de extrema direita como o “nosso novo bar”.

-Hellxis (do dono da antiga Portugal Ultra, de parafernália nazi, e ex-membro (ou amigo, ou o raio que quiserem) do MAN.

– Editorial Contra Corrente [editora de livros de extrema direita, vende on-line, nas apresentações dos livros e em duas lojas de alfarrabistas (negócio direto e não “alfarrabismo”, uma em Lisboa, outra no Porto -“Cedofeita”)]

– Barbearia Lvsitana (barbearia de um nazi “conhecido”)

– Club 38 portugal (hammerskinhouse e organizadora de eventos nazis)

– Artur Miguel tattoos (loja de tatuagens de nazis, irá participar no seu concerto de Dezembro)

– Saintshopestreettattoo loja de tatuagens de (e para) nazis

– Lisboa Nossa (organizadora de eventos nazis)

– Jornal O Diabo (jornal de extrema-direita)

Mygon, loja 15156 josé pais (cabeleireiros de homens de Nuno Pais, membro da NOS)

Organizações políticas:

– Escudo Identitário (extrema-direita dissidente do PNR, tem hammerskins)

– Movimento Social Nacionalista (o nome não precisa de “apresentações”)

– Ideal Identitário (organização nacionalista)

– Associação Portugueses Primeiro.

Organizações “não” políticas:

– Motus Veritis – Movimento Verde (associação “ecológica” de extrema-direita)

– Mal Portugal (movimento anti- taurino constituído por nazis)

– Movimento Luz Branca (“solidariedade social”, para “brancos”)

Grupos nas redes sociais:

Verdade contra o sistema 

A indignação e revolta;

Reconquista Portugal;

Gargúlas de Portugal;

Portugal sem islamismo.

Partidos:

– PNR (Partido Nacional Renovador)
– NOS (Nova Ordem Social – tentativa de futuro partido, do mafioso Mário  Machado, página fechada de momento)

Outros locais e páginas:

– Portugal é de todos (nome e tópicos enganosos, parece ser uma página do “povo” e contra a corrupção, mas é uma página salazarista)

– A casa – combate cultural (mais uma página nacionalista)

– Mocidade Portuguesa da Divisão de Lisboa (“convívio” on-line de ex- membros orgulhosos da Mocidade Portuguesa – movimento fascista da 2ª República, Estado Novo, Ditadura fascista)

– LusitanOi (banda nazi)

– Legião Lusitana (banda hammerskin)

– Clann Portugal (Clann, página nacional socialista)

– Posição nacionalista (página de “opinião”)

SUSPEITAS

Alex barbershop 16  (barbearia a necessitar de confirmação, se alguém souber algo, mas é desde logo evidente a preferência especial dos nazis por ela).

Setúbal, Portugal: O Covil festeja 110º Aniversário do Regicídio na 5ª Feira, 1 de Fevereiro

recebido a 29.01.18

Mataram o Rei! Viva a Anarquia!
O Covil festeja o 110º aniversário quinta-feira, 1 de Fevereiro
15h-Kafeta
19h- Surpresa Regicida
20h -Janta Buíça
21h – Estruturas do Poder na monarquia e república

Convidamos todos a virem celebrar o assassinato do rei que pôs fim ao regime absoluto da monarquia

C.O.S.A Rua Latino Coelho nº2 Setúbal

Bolívia: Oficinas de auto-defesa para todxs em Cochabamba e La Paz

Auto-defesa para todxs (oficina prática)

– Técnicas de defesa em pé e no chão, apresentar-se-á um manual para seguir passo a passo cada exercício.
– Condicionamento físico.
– Conversa anti-patriarcal sobre auto-defesa.

Datas:

La Paz, 20 de Janeiro, das 15h às 18h.
Plaza Villaroel, Extremo Norte, Villa Fátima

Cochabamba, 27 de Janeiro, das 15h às 18h
Cruzamento da Avenida Símon López e Calle M Ballivian, N 2215 Cruze Taquiña

Podes trazer os teus materiais, livros, fanzines, telas, etc.
Atividade livre de fumo, álcool, atitudes patriarcais e especicistas

em espanhol l alemão

Madrid: Nem Nações, Nem Estado, Nem Capitalismo

Esta é a nossa independência; Nem nações, nem Estado, nem capitalismo.

[Sabotagem ao Baixa Bank em Vallekas e um apelo]

Na madrugada de 12 de Outubro – noite anterior à festa colonialista e militarista preferida pelo nacionalismo espanhol – foi destroçada uma caixa ATM do Caixa Bank, no bairro de Vallekas tal como realizada uma pintada na qual se podia ler: “Esta é a nossa independência: nem nações, nem Estado, nem capitalismo”.

A mensagem é simples, enquanto os nacionalismos catalão e espanhol são reativados e se cobrem com a bandeira da democracia, alguns/mas decidimos agir e atacar aquilo que realmente nos oprime, explora e rouba a nossa independência. Estamos cansadxs de esperar, cansadxs de contemplar como a Democracia, o Estado e os corpos repressivos dos dois lados se vêm cheios de legitimidade, através dos nacionalismos.

Atacamos aquilo que nos oprime: fronteiras, nações, bancos, patrões, fascistas, estado, capitalismo, patriarcado… através deste pequeno gesto, fazemos uma chamada para que se ampliem os ataques contra o capitalismo, estados e os seus interesses. Não vamos esperar por nenhum processo para continuar a lutar pela anarquia, a única forma de independência que reconhecemos.

Nem nações, nem Estado, nem capitalismo!
Pela Anarquia!

Alguns/mas anarquistas contra o patriotismo

via contramadriz

[Poesia armada] Não existe

Não existe o sol
não existe a lua
não existe a primavera
verão, outono ou inverno,
não existe o céu
não existe a terra
não existe o vento
o pasto, as flores
as árvores.
Existe a humanidade… todos os dias morre ao nascer,
da sua curta mas larga existência, o animal preso.

(Da contracapa da quinta edição da Semilla de Liberación, [Semente de Libertação, 02/2017]

em grego

[Poesia armada] O Poder do Chulé

De Profundis Profanum

Que ardam nas profundezas.
Que se façam banir na revolta:

Os Salvadores das Pátrias,
Os Sebastiões do Nevoeiro,
Os Sacripamtas da Treta,
As Fátimas da Miséria dos Pequeninos,
Os Futebóis do Chulé,
As Touradas da Inquisição,
Os Vampiros da Banca,
Os Pântanos do Poder.

O Salvador da Pátria,
nos pântanos do Poder,
D. Sebastião enevoado
Sacripantas do Chulé.

O Sebastião Conquistador,
Do Império Colonial,
De Nevoeiro e Vampiros,
à Miséria da Inquisição.

Sacripamtas da Treta,
Futebóis e Touradas,
Pela miséria da Banca,
Vampiros dos Pântanos.

Das Fátimas do Poder,
à Banca da Treta,
Inquisição de Vampiros,
Pântanos do Nevoeiro.

O Chulé do D.Sebastião
A Treta do Futebol,
A Inquisição dos Pântanos,
A Banca das Touradas.

O Poder do Nevoeiro,
A Treta das Pátrias,
A Pequenez da Miséria,
A Banca dos Vampiros.

A Banca dos Impérios,
O Pântano dos Salvadores,
A Pátria dos Pequeninos,
O Poder do Chulé!

Portugal: ” Reflexão sobre esta merda toda, num 25 de Abril qualquer”

Comunicado recebido a 25 de Abril de 2017
[Reflexão sobre esta merda toda, num 25 de Abril qualquer]

Nem democracia nem ditadura! Nem esquerdas nem direitas ou centros, tampouco!
Em todo o mundo, na democracia só há é mais hipocrisia!

Hipocrisia, quando se utiliza a máscara mais fantástica de todas, a repressão legal.

Quando se financiam os bancos que financiam as empresas de armamento. O florescimento do negócio de armamento não só beneficia as empresas de armas mas também os bancos e as seguradoras. O financiamento dos bancos é feito com o nosso suor e sangue e destina-se ao ataque terrorista dos povos, em todo o mundo.

Quando, em nome do “povo” se cometem as maiores barbaridades, roubando-nos um a um todos os direitos, liberdades e garantias conquistados com sangue, suor e lágrimas mas também com as armas dos oprimidos e oprimidas.

Quando as “esquerdas” e as “direitas e centros” apenas nos pretendem ludibriar – apresentando de forma mais ou menos folclórica o seu dito patriotismo à causa da gerência das “crises” – num ataque final do capitalismo, no seu tão desejado regresso às trevas da escravatura mais diabólica, porque mascarada neste mundo do espectáculo.

Porque todos os seus poderes são militaristas, porque todos os seus rituais são uma lição subliminar de violência, instilação de medo e de subserviência! Trata-se da invenção mais perigosa de todas – apenas nos pretendem amansar – porque nos tolhem os movimentos e petrificam os cérebros.
 
Porque, em súmula, se trata da traição maior de todas, feita com o consentimento e com o selo das populações oprimidas, com o seu voto!

Recuperemos a memória, reflectindo sobre o passado e sobre o presente, aqui e agora. Tomemos as ruas da nossa revolta e conquistemos a auto-organização, a entre – ajuda e o apoio-mútuo. Sem partidos nem manipulações.

Portugal, 25 de Abril de 2017,
Alguns e algumas anarquistas

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Santiago, Chile: Manifestação frente à embaixada dos EUA [20/01/2017]

Outro governo fascista do mesmo inimigo.Não apagarão as nossas lutas.
Em liberdade já!
9 dos MOVE, Herman Bell, Mumia Abu Jamal, Leonard Peltier.
Liberdade para todxs xs prisioneirxs políticxs.
As prisões são para queima.
Solid(A)ariedade
Viva a resistência indígena Lakota-Sioux contra a devastação da Terra e dos seres que a habitam.

Manifestação na embaixada dos EUA, em Santiago, realizada em resposta à chamada internacional contra a ascenção do presidente fascista Donald Trump e a continuidade do terrorismo global dos Estados Unidos.

Contra o terrorismo e genocídio provocado pelos EUA no nmundo inteiro.
Contra a brutalidade policial exercida sobre afro-americanxs, latinxs e pobres.
Contra o sistema carcerário de extermínio.

Liberdade aos/às presxs, destruição das prisões!
Luta e resistência contra o capital, o estado e o patriarcado!
A solidariedade faz-nos fortes, a luta faz-nos livres!​

em espanhol, alemão

Okupa Figueira, Porto Alegre: Vivenciar a anarquia e auto-gestão, mobilizar alternativas à normatividade

figueiraAs raízes que quebram o concreto de um bairro no meio de uma civilização. Resistente, sensível. Uma árvore que vive há 150 anos observando os cursos de vidas que passaram por ela, cada mudança da sociedade em que vive. A figueira agora, habita um espaço que, sem pedir alguma autorização, abre caminhos para o surgimento de uma vida que respeita a inquietação de nossos corpos e mentes, que fomenta ideias e que resiste em meio a uma cidade hostil e fria que é Porto Alegre, em um país hostil e frio que denominaram Brasil. Nós escolhemos não esperar mais para colocar em prática ideias que nos atormentavam enquanto sobrevivíamos isolades na vida cotidiana. Sabemos que resistir à uma sociedade machista, patriarcal, hetero-normativa, racista e classista é viver em guerra. Viver em guerra em um mundo dominado por homens, que tentam sufocar e silenciar todos os dias nossas vivências. Optamos por não sermos subjugades. Não sermos submisses. Nem ao estado, nem aos homens, nem ao capitalismo. Construímos então, uma barricada. Um refúgio em meio ao concreto cinza. Um lugar de experiências e processos, vivenciando a anarkia e a auto-gestão, mobilizando possibilidades de alternativas à normatividade.
Resistimos.

Essa carta é dirigida à todas as mulheres, cis e trans, homens trans, bixa, monstra, sapatão, que queiram se juntar ao espaço e construi-lo com o que puderem, seja uma troka de ideia, uma oficina, uma atividade, ou até mesmo uma visita.

A figueira é um espaço exclusivo, no qual não entram homens cis.

figueira.squat.net

Grécia: Caminhada anarquista no centro de Atenas

A 7 de Novembro de 2015, ao meio-dia, no meio da multidão de sábado, um punhado de nós realizou uma intervenção no bairro de Exarchia e nas ruas no centro da cidade, de Monastiraki a Thissio, para expressar a nossa solidariedade com os companheirxs que estão sob repressão em diferentes cantos do mundo, e, especificamente, nos territórios do Brasil, Uruguai e em Espanha.

"Solidariedade com a Okupa «La Solidaria», Montevideu - Do Uruguai até à Grécia, somos uma mesma resistência"
“Solidariedade com a Okupa «La Solidaria», Montevideu – Do Uruguai até à Grécia, somos uma mesma resistência”
"Força aos/às compas represaliadxs - Sempre com a cabeça erguida"
“Força aos/às compas represaliadxs – Sempre com a cabeça erguida”
"Nem um passo trás na luta feminista - Solidariedade com xs companheirxs em Porto Alegre, Brasil"
“Nem um passo atrás na luta feminista – Solidariedade com xs companheirxs em Porto Alegre, Brasil”
"Nenhum ataque misógino sem resposta - Solidariedade com xs companheirxs em Porto Alegre, Brasil"
“Nenhum ataque misógino sem resposta – Solidariedade com xs companheirxs em Porto Alegre, Brasil”

5 Colocámos faixas em Português, Inglês, Espanhol e Grego nos portões da Escola Politécnica de Atenas, nas ruas de Patission e Stournari, na praça de Exarchia e em frente à estação de metro, em Thissio.

"Cuidado patriarca, tem cuidado sexista ...Os feminismos estão a agitar toda a terra, de uma ponta a outra"
“Tem cuidado patriarca, tem cuidado sexista… Os feminismos estão a agitar toda a terra”
"Experimentamos aqui a violência todos os dias, com todos os machismos, com cada racismo"
“Experimentamos aqui a violência todos os dias, com cada machismo, com cada racismo”
"Eu era uma jovem mulher e existia o desemprego ...Tornei-me uma rufiana [informante feminina] que se juntou à polícia"
“Eu era pequena e havia desemprego…Tornei-me uma delatora que se juntou à polícia”
"Nem sexismo nem transfobia, merda em cada bandido uniformizado e no patriarcado"
“Nem sexismo nem transfobia, merda em cada uniformizado e no patriarcado”
“Luta internacional e libertária, vamos quebrar na rua a misosiginia”
"Somos muitxs e estamos em toda a parte, vamos invadir as cidades-prisões"
“Somos muitas e estamos em toda a parte, vamos invadir as cidades-prisões”
"Da Grécia ao Brasil, abaixo com o estatismo, viva a Anarquia"
“Da Grécia ao Brasil, abaixo o estatismo, viva a Anarquia”
"A Libertação será total, bofetadas e pontapés para cada estuprador"
“A Libertação será total, bofetadas e pontapés para cada estuprador”

No nosso percurso também atirámos flyers (1, 2), em solidariedade com as feministas libertárias no Brasil, que responderam com dignidade e a continuidade da sua acção ao brutal ataque que sofreram da bófia, durante a 1ª Feira do Livro Autónoma e Feminista, em Porto Alegre.

"Nem um passo trás na luta feminista - Solidariedade com xs companheirxs em Porto Alegre, Brasil"
“Nem um passo trás na luta feminista – Solidariedade com xs companheirxs em Porto Alegre, Brasil”
"Nenhum ataque misógino sem resposta - Solidariedade com xs companheirxs em Porto Alegre, Brasil"
“Nenhum ataque misógino sem resposta – Solidariedade com xs companheirxs em Porto Alegre, Brasil”

16Colocámos três faixas pelo mesmo caso; na Rua Patission:”Nem um passo atrás na luta feminista – Solidariedade com xs companheirxs em Porto Alegre, Brasil”; na praça de Exarchia: “Nenhum ataque misógino sem resposta – A solidariedade com xs compas em Porto Alegre, Brasil “; e em Thissio: “Nenhum ataque misógino e racista sem resposta – Morte ao Estado – Viva a Anarquia “.

"Força aos/às compas represaliadxs - Sempre com a cabeça erguida"
“Força aos/às compas represaliadxs – Sempre com a cabeça erguida”

Outra faixa na Rua Patission, foi colocada em solidariedade com aquelxs que foram invadidxs, presxs ou enviadxs para prisão preventiva nas recentes operações persecutórias do Estado espanhol.18No portão de entrada na rua Stournari, penduramos uma faixa em solidariedade com o centro social autónomo La Solidaria, em Montevideu, Uruguai, atualmente ameaçado de expulsão pelo novo proprietário, pois, de acordo com o aviso de despejo, o edifício está “precariamente ocupado por um grupo anarquista. “O espaço, que é libertado desde Fevereiro de 2012, foi mais uma vez alvo de repressão, tal como o projeto – entre outros – resiste a planos de urbanização e especulação imobiliária no bairro. Na faixa pode ler-se: “Solidariedade com a Okupa «La Solidaria», Montevideu – Uruguai a partir da Grécia, somos uma mesma resistência.”

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