Arquivo de etiquetas: assembleias

Atenas: Julgamento sobre o fogo posto de 2010 no banco Marfin adiado

ts

O julgamento do anarquista Thodoris Sipsas, em Atenas, foi adiado para 21 de Setembro de 2015.

Até então, salvo quaisquer circunstâncias imprevisíveis, a assembleia de solidariedade para este caso continuará a atender todas as quartas-feiras às 19:00, na Escola Politécnica de Atenas (edifício Gini), em Exarchia.

Atenas: Actualização sobre o estado de saúde do anarquista em greve de fome Kostas Sakkas

A solidariedade é uma arma

A 4 de Julho, depois de 31 dias em greve de fome, a médica que tem examinado o companheiro Kostas Sakkas durante todo este tempo, mencionou que ele perdeu 13kg (15% do seu peso inicial) e que se encontra numa condição bastante crítica. A sua médica assistente no hospital de Nikaia salientou especificamente que “é uma certeza matemática que a continuação de uma completa abstenção de ingestão de comida irá levar a uma morte certa.”

Para além disso, a assembleia de Atenas de solidariedade para com o anarquista em greve de fome Kostas Sakkas emitiu o seguinte esclarecimento:

“Tem havido uma grande desinformação nos últimos dias em relação ao estado de saúde do companheiro Kostas Sakkas, assim como comunicações em diversos sites que nada têm que ver com a realidade. Qualquer desenvolvimento em relação ao estado de saúde do companheiro será comunicado através de relatórios médicos oficiais. Para além disso, em todas as assembleias que se têm feito em relação ao companheiro em greve de fome, nós fornecemos actualizações em relação à sua condição assim que elas surjam.”

Entretanto, as sessões no tribunal da prisão de Koridallos têm sido adiadas consecutivamente porque Kostas Sakkas, como um dos arguidos, encontra-se claramente incapacitado para comparecer nas sessões.

O companheiro está a aguardar resposta ao seu segundo requerimento para a sua libertação imediata e continua a lutar. Espera-se que o colectivo de juízes de segunda instância emita finalmente a sua decisão durante a próxima semana. Uma concentração em solidariedade foi convocada para Segunda-feira, 8 de Julho, à meia-noite fora do tribunal de apelação (Efeteio) na rua Loukareos, em Atenas.

Atenas, caso Luta Revolucionária: sessão final do julgamento a 3 de Abril

solidarity-to-revolutionary-struggleÚltimas informações sobre o processo judicial divulgadas pelo Socorro Vermelho  Internacional:

O Ministério Público propôs a condenação dos/as três admitidos membros da Luta Revolucionária, Pola Roupa, Nikos Maziotis e Kostas Gournas, embora nenhuma prova tenha sido apresentada no tribunal que fundamentasse  tal envolvimento nas ações específicas de que são acusados/as.. (Lembramos que Pola Roupa e Maziotis Nikos estão atualmente em parte incerta).  Além disso, e sem qualquer evidência conclusiva, o promotor sugeriu a condenação de Sarantos Nikitopoulos, Vaggelis Stathopoulos, Christoforos  Kortesis e Kostas Katsenos, que negam a sua participação na organização. Por fim, o Ministério Publico admitiu que nunca houve provas contra Marie Beraha ,(esposa de Kostas Gournas) e disse que aquela deveria ser absolvida de todas as acusações.

O julgamento chega ao fim na quarta-feira 3 de Abril, às 9h, quando o tribunal emitir a decisão final sobre o caso Luta Revolucionária. Os juízes vão anunciar as decisões finais para Nikos Maziotis, Pola Roupa e Kostas Gournas , que assumiram a responsabilidade política pel sua participação na organização,  para Vaggelis Stathopoulos, Sarantos Nikitopoulos,  Christoforos Kortesis e Kostas Katsenos, os outros anarquistas acusados no caso , assim como para Marie Beracha (companheira de Kostas Gournas), que também é acusada no mesmo caso.

Vamos todos assistir a esta sessão de julgamento e fazer da nossa solidariedade um punho contra o Estado
A paixão pela liberdade é mais forte do que todas as prisões!

Assembleia para o caso Luta Revolucionária
Contato mail: RScase[em]espiv[ponto]net

Inglês

[Grécia] Chamada internacional de solidariedade com o caso da Luta Revolucionária para os dias 22, 23 e 24 de Novembro

Vemo-nos nas ruas da cólera!

A revolução social não é o passado, é antes sim o presente e o futuro do mundo.

Sobre a chamada de solidariedade e ação internacional

Como assembleia pelo caso da Luta Revolucionária e na sequência das ações de solidariedade com o mesmo, fazemos um apelo aberto a uma campanha de solidariedade, tanto a nível local, como internacional, para os dias 22, 23 e 24 de Novembro.

Decidimos romper com o muro de silêncio à volta do caso da Luta Revolucionária (L.R.) e demonstrar que os/as compas que se confrontam com um julgamento não estão sós, que o caso L.R. é o caso de todos/as nós e que está relacionado com a essência da luta em si mesma.
Convocamos, pois, os/as companheiros/as de todo o mundo a acionar e enviar a sua própria mensagem de Solidariedade e Luta.

O nosso objetivo é a ampliação das resistências dinâmicas com uma perspetiva revolucionária. A nossa meta é ampliar a luta pela subversão do existente, demonstrando a sua necessidade histórica e o significado que tem no presente, enquanto mostramos Solidariedade de facto com os/as companheiros/as que estão em julgamento.

O apelo internacional para três dias de solidariedade, contra-informação e ação pelo caso da L.R. é parte e continuação da guerra social e de classes pela subversão e Revolução. É justamente aí que se situa e se concebe historicamente, no seu todo, o caso da Luta Revolucionária.

Crónica do caso Luta Revolucionária

A 10 de Março de 2010, após um confronto armado com forças policiais, cai assassinado o companheiro anarquista Lambros Foundas. Nessa altura, a Grécia fica debaixo do controlo asfixiante da Troika, altura também em que Lambros Foundas, membro da organização Luta Revolucionária, perde a vida num tiroteio durante uma ação preparatória contra a elite política e económica que saqueia o planeta a nível global, que rapina e sangra a riqueza social, rebaixando a vida humana ao limite.

Um mês depois, num clima de terror-histeria, em Abril de 2010, no contexto de medidas preventivas para desarticular a organização L.R., detêm os/as anarquistas Kostas Gournas, Nikos Maziotis e Pola Roupa, os quais assumem a responsabilidade política da sua participação na organização. Ao mesmo tempo, são detidos também os anarquistas Vaggelis Stathopoulos, Christoforos Kortesis e Sarantos Nikitopoulos, que recusam categoricamente, desde o primeiro instante da sua detenção, a sua participação na organização, declarando que a sua perseguição está relacionada com a sua participação desde há muitos anos em projetos subversivos, a sua integração política no espaço anarquista/anti-autoritário e as suas relações de companheirismo.

Por participação na L.R., acusa-se também Kostas Katsenos, contra quem havia uma ordem de prisão pendente desde o momento das primeiras detenções. O sistema, ao querer dar um golpe definitivo na Luta Revolucionária, considerando esta uma ameaça, prolonga o seu ataque através destas detenções, para esmagar assím uma parte mais ampla do movimento subversivo.

No contexto desta expansão do ataque repressivo, 6 meses depois as autoridades chamaram, para declarações, dezenas de companheiros/as do espaço anarquista/anti-autoritário e familiares dos detidos/as.

O carácter vingativo destes mecanismos fica de novo demonstrado, chegando ao ponto de acusarem Marie Beraha, esposa de Kostas Gournas. A sua perseguição é uma clara ação vingativa contra Kostas Gournas, de modo a quebrar a sua posição combativa.

Desde 5 de Outubro de 2011 que se realiza, à porta fechada, numa ausência total de publicidade, o julgamento da Luta Revolucionária nos tribunais especiais das prisões Koridallos. Apesar dos media terem estado sempre dispostos a apoiar o ataque repressivo e a propaganda estatal, desta vez de maneira provocatória e tendo por trás uma ordem política, silenciam tudo o que seja relacionado com o julgamento do caso Luta Revolucionária.

Enquanto o regime leva a cabo um julgamento contra os seus oponentes políticos, com o objetivo de amordaçar qualquer mensagem de luta e distorcer o seu significado, os compas que assumiram a responsabilidade política da sua participação na L.R, defendem as ações e o plano político da organização, assim como o conjunto dos/as acusados/as, através das suas tomadas de posição, transformam as audiências em fortes ataques contra o sistema político-económico de miséria e exploração, contra o carácter das suas leis e os regimes especiais que impõem a todos/as que resistem combativamente.
Ter-se-á que esclarecer que atualmente nenhum(a) dos/as compas está encarcerado/a.

Vaggelis Stathopoulos, Sarantos Nikitopoulos e Christoforos Kortesis foram postos em liberdade após um ano de prisão preventiva por ordem do ministério público, enquanto que Kostas Katsenos, que se apresentou no julgamento, permaneceu 6 meses na prisão. Os/as membros da organização Lucha Revolucionária, Kostas Gournas, Nikos Maziotis e Pola Roupa foram libertos depois do terminus do limite máximo de prisão preventiva (18 meses). Nikos Maziotis e Pola Roupa não voltaram a apresentar-se no julgamento e encontram-se em fuga.

No momento em que se faz esta chamada o julgamento encontra-se na fase das declarações das testemunhas da defesa. Kostas Gournas, Nikos Maziotis e Pola Roupa, que assumiram a responsabilidade pela sua participação na  L.R. já prestaram declarações. Os/as compas da Grécia e do estrangeiro demostraram, através das suas declarações, a importância da organização L.R. a nível político e histórico, defendendo a luta armada, a totalidade e o carácter amplo dos projetos revolucionários. Nos próximos dias declararão as testemunhas  de  defesa de Vaggelis Stathopoulos, Kostas Katsenos, Sarantos Nikitopoulos, Christoforos Kortesis e Marie Beraha, que negam a sua participação na organização mas demonstram a importância da luta e a necessidade de resistir.

Durante os dias da chamada internacional, calcula-se que os procedimentos do julgamento estarão próximo do momento das apologias dos/as acusados/as. Por isso, consideramos muito importante que os/as compas de todo o mundo enviem, à sua maneira, mensagens de solidariedade e resistência, para demonstrar que os/as compas em julgamento não estão sós, que a Luta pela derrocada deste mundo é sempre atual.

O caso da Luta Revolucionária enquadrado na situação social, económica e política na Grécia

Para entender o caso na sua totalidade, assim como a sua  importância, devemos examinar o contexto histórico, social e político específico no qual o Estado se protege através das perseguições, detenções, prisões, leis especiais e tribunais especiais.

O julgamento do caso da L.R. está a dar-se num momento em que o regime se encontra em crise estrutural e caíram as máscaras democráticas. A ferocidade com que o atual regime se impõe nas nossas vidas não se diferencia muito das ditaduras do passado.

A cruel exploração e o controlo ampliado das nossas vidas são projetados como a única maneira de sair da crise, deixando obviamente intato o sistema qua a criou, a impôs e a estendeu a todos os aspetos da vida pessoal e social.

Atualmente, pois, o regime procura a exterminação e a exclusão políticas dos/as que lutam contra si, dos/as que resistem às suas maquinações, dos/as que trabalham para a sua derrocada.

Neste momento, na Grécia da crise e da dívida, a perspetiva revolucionária da subversão do regime é objetivamente necessária como se demonstra anteriormente. É o dinamismo e polimorfia das lutas  o que estado tenta deter e amordaçar. E é a ideia de solidariedade que se pôs como objetivo e se põe agora à prova.

Algumas palavras sobre a cena internacional

Para além das características específicas que a Grécia tem nestes  tempos de crise, seria um erro se víssemos o caso da Luta Revolucionária como um caso isolado na cena internacional. A crise não surge do nada, encontra-se no coração do sistema capitalista mundial, na forma de governo e da exploração económica que impõem os dominadores deste mundo.

Sabemos muito bem que este mundo nunca ofereceu nada aos/às que resistem de maneira dinâmica aos seus planos. Sabemos que a luta pela libertação humana e da sociedade foi sempre um caminho difícil. Sabemos que as relações entre os/as lutadores/as são riqueza e parte importante da essência da Luta e da sua realização. Que saibam todos/as pois, que os/as que lutam não estão sós.

Obriguemo-los a aprender que as leis especiais, os tribunais especiais e os regimes de detenção não podem travar a essência em si da Luta.

Contra as leis especiais, os julgamentos especiais e as condições de detenção especiais.
Solidariedade com todos/as os/as perseguidos/as pelo caso da L.R.
Solidariedade com todos/as os/as que lutam e os/as que persistem na atividade subversiva.

NEM ESQUECIMENTO NEM PERDÃO.
HONRA ETERNA AO COMPA ANARQUISTA LAMBROS FOUNDAS;
MEMBRO DA ORGANIZAÇÂO LUTA REVOLUCIONÁRIA

Assembleia pelo caso da Luta Revolucionária

Para se pôr em contato com a assembleia: RScase[arroba]espiv.net

Grécia: Convocatória solidária com os/as membros da CCF e o anarquista Theofilos Mavropoulos

A 27 de junho de 2012, os/as membros da Organização Revolucionária Conspiração de Células de Fogo e o anarquista Theofilos Mavropoulos serão processados/as por “Incitação a Actos criminosos”, segundo as disposições do artigo 184 do Código Penal.

A acusação refere-se a três textos distintos dos quais um nem sequer pertence aos/às implicados/as, onde se repete a frase “Nem um milímetro atrás; nove milímetros nas cabeças da bófia”.

Para além da ferocidade com que as autoridades persecutórias enfrentam tudo o que tenha a ver com a dita organização e apesar da escassa importância penal dessa perseguição, se se comparar com a orgia de repressão que se deu neste caso… então resulta politicamente enorme a importância do dito julgamento, já que abre caminho para a penalização e a opressão da livre expressão. Além de ser a descida ao inferno com as piores intenções.

Nem um passo atrás

Miilhares de passos em frente contra o Poder e os seus representantes

SOLIDARIEDADE COM A O. R. CONSPIRAÇÃO DE CÉLULAS DE FOGO E COM O ANARQUISTA THEOFILOS MAVROPOULOS

ATENAS, QUARTA-FEIRA, 27 DE JUNHO DE 2012
Concentração nos tribunais de Evelpidon
às 9:00 horas

Assembleia de solidariedade com os/as combatentes presos/as e perseguidos/as/Atenas

Assembleia de solidariedade com a O.R. CCF e os/as perseguidos/as pelo mesmo caso/Atenas

Assembleia de solidariedade de Mytilini/Lesbos

Iniciativa de anarquistas de Zakynthos

Iniciativa de anarquistas a partir de Cícladas

Ateneu autogestionado da Universidade do Pireo

Okupa da mansão Kouvelou/Ática

Espaço de raivosos/as da Faculdade de Direito/Atenas

Assembleia de solidariedade de Ioánnina

Assembleia para a solidariedade aos/às combatentes presos/as e perseguidos/as/Volos

Anarquistas solidários/as a partir de Patras

Companheiros/as dol Ateneu autogestionado da Politécnica/Atenas

Ateneu Autónomo de Kavala

Atenas: Encontro-debate de dois dias na Politécnica, à volta da temática da acção da organização Luta Revolucionária

DIAS DE MEMÓRIA E DE LUTA

Dois anos após o confronto armado em Dafni onde o anarquista Lambros Foundas caiu lutando, durante uma acção preparatória da Luta Revolucionária.

Dois anos após a prisão dos três membros da Luta Revolucionária P. Roupa, K. Gournas, N. Maziotis, os quais foram libertados sob condições restritivas na terça-feira, 11 de Outubro de 2011, como também todos os outros companheiros que as autoridades implicam no mesmo caso:
– V. Stathopoulos, S. Nikitopoulos, Ch. Kortesis, os quais saíram da prisão preventiva sob fiança em Abril de 2011.
– K. Katsenos, quem foi procurado durante um ano e meio e encontra-se, actualmente, preso na prisão de Koridallos.
– M. Beraha, que as autoridades perseguem pelo mesmo caso.

O caso da Luta revolucionária, é de todos nos; é de quem resiste, de quem luta, de quem não baixa a cabeça neste mundo.

ENCONTRO-DEBATE DE DOIS DIAS NA POLITÉCNICA

Quinta-feira, 8 de Março, às 18 horas
Tema: A acção da organização Luta Revolucionária
Intervenientes: P. Roupa, N. Maziotis, K. Gournas
E também: Ch. Tsigaridas, A. Seirinidis.

Sexta-feira, 9 Março, às 18.00 horas
Tema: Operações de repressão – prisão – julgamento e solidariedade
Intervenientes : M. Beracha, P. Roupa, N. Maziotis, K. Gournas, V. Stathopoulos, S. Nikitopoulos

Manifestação
Sábado 10 Março, 12 horas, Praça Monastiraki
Pelo companheiro Lambros Foundas.

Solidariedade com os companheiros que estão a ser julgados no caso da Luta Revolucionária

O ÚNICO CAMINHO É O DA REVOLUÇÃO SOCIAL

Assembleia pelo caso da Luta Revolucionária

Atenas: Acção de solidariedade para com os presos anarquistas na residência do ministro da ordem pública

Hoje (21-12-2011) pelas  16h30, 40 anarquistas realizaram uma ação de solidariedade para com Stella Antoniou, junto  da casa do ministro para a proteção dos cidadãos (1) Chr. PAPOUTSIS.

Eles  reuniram-se  frente ao bloco de apartamentos onde Papoutsis vive. Foram gritados  slogans de solidariedade para com Stella e centenas de panfletos foram lançados nas ruas onde se podia ler:

LIBERTAÇÃO IMEDIATA  da  ANARQUIISTA  STELLA ANTONIOU /
Chr. PAPOUTSIS, FASCISTA  da  GERAÇÃO POLYTECHNIO
(2)
e
Chr. PAPOUTSIS, de PRESIDENTE  da  E.F.E.E
(União Nacional dos Estudantes gregos) até CHEFE DOS TORTURADORES na POLÍCIA GREGA

Os companheiros também entraram no jardim da frente da sua casa, onde também jogaram panfletos. O guarda que estava lá, quando viu os companheiros,  escondeu-se na cabine da polícia, o mesmo acontecendo com os outros dois membros da guarda pessoal  de Papoutsis. A bófia estava nas proximidades, dois em motocicletas (D.I.A.S.) aproximaram-se, observando os companheiros que entravam no bloco de apartamentos, partindo depois, sem qualquer incidente.

Algum tempo depois, e numa rua distante, quatro pessoas foram abordadas pela polícia e levadas para a sede da polícia (3), como foi noticiado, mas este incidente não estava relacionado com a ação de solidariedade.

As ações de solidariedade para com Stella Antoniou e os demais companheiros irão continuar até que todos sejam libertados.

LIBERTAÇÃO IMEDIATA da ANARQUISTA STELLA ANTONIOU
LIBERDADE para K. Sakkas, A. MITROUSIAS, G. KARAGIANIDIS


Notas de tradução:
(1)Essencialmente o ministro da ordem pública.
(2) Referência à revolta do Polytechnio em ’73. Nesta época Papoutsis  era presidente da União Nacional dos Estudantes Gregos.. Como muitos membros do PASOK, ainda hoje ele continua a servir-se das lutas da sua geração contra a junta militar.
(3) soltos um par de horas mais tarde.
(4) Stella Antoniou, Kostas Sakkas, Aleksandros Mitrousias, Giorgos Karagianidis, Christos Politis e Dimitris Michail foram presos em 4/12/10. Os dois últimos foram libertados após alguns meses.

Assembleia de Solidariedade aos combatentes presos e perseguidos

fontes: a , b

Atenas: “Todos somos potenciais habitantes das prisões”

2001: 8,343 presos
2011: 11,674 presos
6 novas prisões nos últimos cinco anos

As circunstâncias prevalecentes nas prisões gregas são, em grande medida, conhecidas: a superlotação, a recusa ilegal e arbitrária de permissão de saída,  acusações de tortura e abusos por parte de funcionários penitenciários, assistência médica e farmacêutica insuficiente e uso incontrolável de medicamentos psicotrópicos, desumanas condições de transferência de presos e presas, cortes estatais nos sistemas de aquecimento, na comida, nas necessidades básicas, na saúde, na reabilitação e na recuperação/qualificação.

Por esta razão, e especialmente porque os detidos e detidas foram dos mais atingidos pelo maior ataque já realizado contra a sociedade, nós, da Assembleia popular de Holargos-Papagou decidimos oferecer às detidas na prisão de mulheres em Thiva e na prisão juvenil masculina em Avlona, coisas que não nos façam falta e de que eles precisem. Portanto, a roupa de que você não precisa ou que não lhe sirvas mais (especialmente roupas para mulheres e crianças, sem forro, capuzes ou peças metálicas), artigos de higiene (por exemplo, sabonetes, shampoos, pensos higiénicos absorventes), livros e cartões de telefone são bem-vindos no bazar livre no sábado, 3 de Dezembro, em frente ao shopping na rua PERICLEOUS (12,00-15,00) e também nas nossas assembleias todas as quartas-feiras e sábados, às 19h00 no pátio da Câmara Municipal de Holargos.

Que esta seja a contribuição mínima da nossa parte para com os presos nestes dias de luta. Não vamos deixá-los ficar privados dos seus direitos básicos, para além da sua liberdade.

Assembleia popular de Holargos-Papagou

fonte: pt.indymedia.org

Atenas: Apresentação de livro e debate

Na próxima 3ª feira, 8 de Novembro, pelas 19 horas, realizar-se-á a apresentação do livro “Horizontalidade: Vozes do Poder Popular na Argentina” e debate sobre o tema das lutas desde a Argentina até aos bairros de Atenas.

As intervenientes no evento, que se realizará no complexo da Universidade de Economia e Negócio de Atenas (ASOEE), situado na rua Patission 76, serão Marina Sitrin (editora do livro) e Claudia Acuna (membro do coletivo lavaca.org).

A actividade é organizada pelo coletivoS.KY.A.(Assembleia pela circulação das lutas).

Zografou, Atenas: Novo espaço social autogestionado

Surgiu um novo projeto contra a miséria dos nossos tempos no bairro de Zografou (este de Atenas).

Vila Zografou é uma mansão transformada num espaço que se pretende ser de solidariedade,criação e companheirismo, através da iniciativa da Assembleia Aberta dos Residentes de Zografou. No próximo sábado e domingo (5/6 de Novembro) o espaço estará aberto a partir do meio dia de modo a atrair as pessoas que estejam interessadas em contribuir e participar ativamente nesta iniciativa de auto-gestão.

Durante os próximos dias dias poder-se-â conhecer o espaço, embora se estejam a realizar obras de manutenção e de limpeza do jardim assim como o cultivo de vários produtos. Para além disso funcionará um café autogestionado onde se poderá conviver num ambiente de alegria e boa disposição.

A entrada faz-se pelo lado da Avenida Georgiou Zografou (Portão Verde).

Fonte athens.indymedia.org

Atenas: Abertura do Espaço Social de Saúde na okupa PIKPA

 

Um novo projeto auto-organizado, o Espaço Social de Saúde, está atendendo desde  terça-feira, dia 11 de Outubro, na okupa PIKPA, próxima do cruzamento das ruas Timodimou e Antoniadou (“Petrina”), no bairro Ano Petralona (não muito longe da estação de metro de Petralona).

Frente à exclusão social de um sistema sanitário já desmantelado, que afeta cada vez mais pessoas, a assembleia popular local tomou a decisão de tentar, pela segunda vez nos últimos anos, erguer un espaco auto-organizado de saúde.

Os serviços gratuitos prestados serão de atenção primária e relacionados diretamente con um espaço para a recepcão de pacientes, que serão atendidos por pessoas qualificadas da área da saúde e outros residentes voluntários.

Durante o mês de Outubro, o Espaco Social de Saúde estará aberto todas as tardes de terça e quarta das 17.30 às 20.00 horas. A assembleia do grupo de trabalho encarregue de erguer o espaço se reúne todas as quartas às 20.00 horas, na okupa PIKPA.

Traduzido por Squat Korr-Cell
fonte

Atenas: Cartaz de solidariedade para com os anarquistas Simos Seisidis e Aris Seirinidis

Em 3 de maio de 2010, o anarquista Simos Seisidis, procurado pela polícia, foi interceptado acidentalmente por uma patrulha policial. Durante a sua tentativa de fuga é baleado por trás e a sangue frio pelo polícia que o perseguia, Panagiotis Bokos.

Os ferimentos graves que daí resultaram levaram à amputação da sua perna direita.

Numa incrível e sem procedente distorção da realidade, a fim de proteger o “filho da casa”, as autoridades jurídicas decidem enviar Simos a julgamento, em 16 de setembro de 2011, por tentativa de homicídio contra Bokos.

O ALGOZ TORNA-SE VÍTIMA.

O CULPADO É INOCENTE.

E NÃO, ISTO NÃO É UM EQUÍVOCO!

Em 16 de setembro de 2011, na pessoa de Simos Seisidis, julgar-se-ão todos aqueles que, quer porque se atreveram a rebelar-se ou porque se encontravam no lugar errado na hora errada, receberam as bastonadas policiais, o gás lacrimogéneo da democracia, as balas da lei e da ordem.

Em 16 de setembro de 2011, na pessoa de Bokos Panagiotis, vamos condenar a violência e brutalidade policial governamentais.

LIBERDADE PARA SIMOS SEISIDIS

SOLIDARIEDADE PARA ARIS SEIRINIDIS
preso, no mesmo dia, numa região distante e submetido ao mesmo julgamento, por ofensa criminal.

SEXTA-FEIRA, 16/9-2011
TRIBUNAL DE DEGLERI, Atenas, 09:00

Assembleia de solidariedade para com os combatentes presos e perseguidos

fonte

Solidariedade! De Portugal à Grécia a mesma luta!

A 28 e a 29 de Junho terá lugar na Grécia uma nova greve geral (48 horas nas ruas) prevendo-se a maior mobilização de sempre nas ruas gregas para impedir a aprovação no Parlamento grego das medidas brutais que pretendem diminuir ainda mais salários, aumentar os impostos para valores impensáveis e privatizar em bloco todas as  empresas públicas.

Neste momento a Grécia constitue a primeira frente de luta na Europa, relacionada com o ataque dos planos de austeridade capitalista, com a repressão policial, com os ataques fascistas e para-estatais. Por outro lado as respostas populares, iniciativas auto-geridas na maioria dos casos, estão a aumentar a um ritmo crescente.

O povo grego em insurreição permanente há um mês recordam-nos que as lutas podem ser difíceis e perigosas mas que a sua coragem, a sua raiva e amarga determinação,  fazendo-os lutar mais do que nunca a cada novo dia, terá um efeito significativo na luta anti-capitalista global. Opondo-se desta forma frontal, recordam-nos a que ponto é necessário que nos solidarizemos com os nossos irmãos e irmãs de luta. Esta batalha diz-nos respeito a todos e todas.

O povo grego não pode estar só no seu intento! O apelo da Assembléia da Praça Syntagma dirigido a toda a Grécia e o de anarquistas gregos a uma solidariedade internacional contra o fascismo e o racismo assassinos desafiam-nos!

Solidariedade! De Portugal à Grécia a mesma luta!
Η αλληλεγγύη, το όπλο των λαών !
Solidarity with the people’s struggle!

Ocupações da prefeitura em Chania (Creta) e da Câmara Municipal de Serres (norte da Grécia)

Ontem, 15 de juhno, a assembléia popular da praça Ágora em Chania decidiu continuar a ocupação da prefeitura. Em seu anúncio o povo exige a libertação imediata de todos os presos da manifesta de ontem em Atenas e do manifestante detido e preso depois da greve geral de 11 de maio. Eles estão fazendo uma chamada de encontro para a greve de 16 de junho na praça Agora.

No mesmo espírito, a assembléia popular da praça Eleftherias em Serres decidiram continuar a ocupação da Câmara Municipal, denunciando assim a política governamental e repressão  polícial e mostrando a sua solidariedade com todos aqueles que decidiram lutar nas ruas. Uma nova assembléia popular será realizada hoje às 20:00 no predio da ocupada Câmara Municipal.

Atualização, 17 de junho
Ambas as ocupações são terminadas após as decisões das assembléias. Uma demonstração de solidariedade com xs manifestantes detidxs em 15 de junho e contra a violência do Estado foi chamada para o dia 17 de junho, às 20h00 na Praça Eleftherias, Serres.

fonte: athens.indymedia.org

O rio de todas as lutas desagua a 15 de Junho. Mobilizem-se. A luta é internacional.

Grécia prepara uma nova Greve Geral para 15 de Junho. Mobilizações são dirigidas contra o novo acordo (Memorando) entre o governo e a troika (FMI / UE / BCE), que deverá ser votado no parlamento, na manhã do dia 15. A Assembleia da Praça Syntagma apelou a um bloqueio do parlamento. Ao mesmo tempo, os imigrantes e anarquistas lutam duramente em toda a Grécia, procurando bloquear os ataques assassinos dos neo-nazis que se realizam com a cobertura da polícia grega.

 

Em solidariedade à luta do povo grego, muitas ações vêm ocorrendo ao redor do mundo. Como anarquistas sabemos que a luta não conhece fronteiras. Portanto, chamamos a todxs a organizar ações de solidariedade com a Greve Geral de 15 Junho. Seja através da contra-informação (divulgação deste ou outros blogs de notícia na internet, pixações, stickers, etc), conversas com xs amigxs ou organização de debates a respeito do assunto, ou mesmo ação direta de solidariedade, com ocupações, faixas ou panfletagem. As formas e ideias são muitas, a solidariedade nossa arma. Continuar a lerO rio de todas as lutas desagua a 15 de Junho. Mobilizem-se. A luta é internacional.

Contra o medo, o terrorismo de Estado, empobrecimento e canibalismo social

Lutas comuns de nativxs e imigrantes pela vida, igualdade e liberdade

Pobreza – miséria – opressão – exploração: essas quatro palavras caracterizam o presente e o futuro que a classe dominante promete e reforça por todos os meios necessários à sociedade. Como a sobrevivência tem se tornado algo cada vez mais difícil, aquelxs de cima – dominantes – coloca que a única solução às pessoas seria atacar umxs àxs outrxs, se voltar contra qualque umx que se mostre um oponente fácil, viver com medo, aceitar as ordens econômicas e políticas “pelo bem do país”, ao invés de olhar a realidade direta nos olhos.

Para alcançar esses planos, as elites econômicas, políticas e religiosas conspiram com outrxs que compartilham diferentes interesses como fascistas esfaqueadorxs, a mídia coorporativa, polícia, moradorxs racistas e donos de loja em regiões pobres.

Todas essas pessoas cheiram o medo e o sangue humano, e saem dos seus buracos como uma matilha apontando como umx inimigx nossx vizinhx, x mais destituidx, x imigrante, x sem-teto, x mais fracx.

Isso aconteceu depois do terrível assassinato de Manolis Kantaris, 44 anos de idade, que foi fatalmente esfaqueado por causa de uma câmera de vídeo. Nos dias seguintes, na área próxima ao ponto do assassinato até a praça Omonia, uma selvagem caçada começou: grupos de extrema direita com facas, capacetes e porretes esfaquearam e bateram indiscriminadamente em imigrantes, destruindo também muitas lojas e casas. A polícia esteve presente em todos os ataques dando sua assistência enquanto patriótas e racistas via televisão ou sua própria presença no local onde aconteciam os pogroms [N.FG.: pogrom = ataque violento maciço a pessoas, com a destruição simultânea do seu ambiente, termo geralmente usado quando as vítimas em questão são minorias étnicas] aplaudiam os ataques, apresentando xs imigrantes como xs inimigxs da pátria-mãe, da economia e da cultura, servindo assim à política de imigração do Estado. Continuar a lerContra o medo, o terrorismo de Estado, empobrecimento e canibalismo social

As montagens da polícia não passarão: Libertação imediata dos detidos na manifestação da greve geral em 23 de Fevereiro

A manifestação da greve geral, em 23 de fevereiro, foi uma manifestação da oposição de massas e raiva contra a ofensiva anti-social e anti-trabalhista do Estado e empregadores. A mobilização de dezenas de milhares de pessoas no centro de Atenas, e sua vontade de responder na rua, de forma combativa, teve como efeito a brutal repressão da manifestação. O uso maciço de produtos químicos, os constantes ataques aos blocos dos manifestantes, espancamentos, retenções preventivas e prisões tentaram evitar a presença organizada da manifestação na Praça da Constituição (Syntagma), em frente ao Parlamento, assim como a dissolução da multidão de manifestantes. Continuar a lerAs montagens da polícia não passarão: Libertação imediata dos detidos na manifestação da greve geral em 23 de Fevereiro

Manifestação anarquista no centro de Atenas reúne centenas de pessoas

Em Atenas, cerca de 1.000 pessoas se reuniram neste sábado (11) no centro da cidade durante uma manifestação convocada pela Assembléia de Anarquistas.
Durante o ato os manifestantes foram gritando palavras contra a crise, sindicatos pelegos, banqueiros e o Estado. Na passagem do cortejo muitas pessoas que estavam nas ruas aplaudiam a marcha e levantavam os punhos. Continuar a lerManifestação anarquista no centro de Atenas reúne centenas de pessoas