Arquivo de etiquetas: Kostas Sakkas

Grécia: Atualização da situação dos companheiros Kostas Sakkas e Marios Seisidis, recentemente presos

“Força para os companheiros Sakkas e Seisidis – Nada acabou – A luta pela revolução e Anarquia prossegue” (faixa em papel da Okupa Terra Incognita em Tessalónica, Grécia)
“Força para os companheiros Sakkas e Seisidis – Nada acabou – A luta pela revolução e Anarquia prossegue” (faixa em papel da Okupa Terra Incognita em Tessalónica, Grécia)

A 17 de Agosto de 2016, Kostas Sakkas e Marios Seisidis enfrentaram em Atenas um julgamento – relativo às circunstâncias da sua detenção em Esparta (4 de Agosto).

Durante o julgamento que durou várias horas, com presença constante de companheirxs em solidariedade, Marios Seisidis e Kostas Sakkas declararam em tribunal que eram anarquistas, explicando as razões para a partir da lei se manterem fugitivxs. Ambos negaram as acusações assim como expuseram as mentiras das testemunhas de acusação (três da bófia). O acusador declarou que havia evidência suficiente – baseado somente nas crenças dos dois acusados – de que tinham cometido um ato punível.

Marios Seisidis foi condenado a 32 meses de prisão por utilização de bilhete de identidade falso assim como chapa de matrícula de veículo forjada, roubo de carro e resistência à autoridade; Kostas Sakkas foi condenado a 33 meses de prisão pelas mesmas acusações, além de uma multa de 200 euros por infração de trânsito.

Kostas Sakkas é agora mantido na prisão Korydallos (Atenas) e Marios Seisidis está actualmente encarcerado na prisão Malandrino (Phocis).

                                                                                                                                     inglês

Karditsa, Grécia: Faixa em solidariedade com Marios Seisidis e Kostas Sakkas

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Mantenho o coração flamejante, corajoso, inquieto.” [Nikos Kazantzakis]    Solidariedade com os lutadores anarquistas Kostas Sakkas e Marios Seisidis!

Faixa pendurada na praça central da cidade de Karditsa como mostra mínima de solidariedade com Marios Seisidis e Kostas Sakkas. Força para os nossos companheiros.Nada acabou, tudo continua.

A paixão pela liberdade é mais forte do que todas as celas da prisão!

Solidariedade significa ataque!

Espaço auto-gerido de Karditsa

inglês

Grécia: Reféns do estado, Marios Seisidis e Kostas Sakkas enfrentam julgamento a 17 de Agosto

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Faixa em Zografou, distrito de Atenas, onde se pode ler: “”Fogo às celas prisionais! Força para Sakkas e Seisidis! “(Anarquistas expropriaram material do município de Zografou para a acepção da presente faixa.)

A 5 de Agosto de 2016, os companheiros Kostas Sakkas e Marios Seisidis foram trazidos à sede da polícia de Atenas e, posteriormente, ao tribunal, onde a sua audição foi re-agendada. Segundo as informações recolhidas,  foram agora transferidos para prisões separadas, um bocado afastadas de Atenas; Marios Seisidis para a prisão Malandrino e Kostas Sakkas para a prisão Domokos. Ambos irão ser julgados em Atenas – na quarta-feira, 17 de Agosto – a respeito das circunstâncias da sua detenção em Esparta.

inglês

Grécia: Foram presos em Esparta os companheiros fugitivos Marios Seisidis e Kostas Sakkas

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Estamos fodidos de irritação

Às primeiras horas desta sexta-feira, 5 de Agosto de 2016, soube-se que Marios Seisidis e Kostas Sakkas foram presos na área de Esparta, Peloponeso. Após a sua recusa de fornecer impressões digitais e de posar para tiros de caneca, foram brutalmente espancados pela polícia. Os companheiros aprisionados deverão ser transferidos para Atenas.

Cumplicidade anarquista com Marios Seisidis e Kostas Sakkas!

Grécia: Texto da anarquista Stella Antoniou após a sua detenção em Tessalónica

Os Estados são os únicos terroristas – Solidariedade – Ataque – Dignidade

A 14 de Julho, viajei para Tessalónica vinda de Atenas, para ficar lá até ao dia 16 de Julho, dia que tinha planeado regressar a Atenas; quando tive as condições da fiança, não estava impedida de sair de Attica.

Lá, fui hospedada por um casal de companheiros. Thanos Chatziaggelou, um dos compas que me hospedaram em sua casa por uma noite, tinha um mandado de prisão contra si por se recusar a fazer o serviço militar e revelou-me isso.

Na dia seguinte, especificamente às duas horas da tarde, quando estávamos a sair de sua casa, 20 homens encapuçados da força anti-terrorista atiraram-se a nós, após terem bloqueado as ruas circundantes com veículos e encenado outro infame operação de super-sucesso de público para nos prender.

Durante a busca domiciliária que se seguiu, os polícias apreenderam um computador portátil, um PC e artigos pessoais de ambos xs companheirxs bem como meus.

Durante a prisão espancaram o compa Chatziaggelou, algemaram-nos e transportaram-nos para um quarto localizado numa cave, onde ficamos assim durante cinco horas, com a presença constante da bófia anti-terrorista dentro do quarto. Durante todo esse tempo, não tinha absolutamente nenhuma ideia por que é que estava presa.

Finalmente, às sete da tarde, fui informada de que estava a ser acusada de quebrar a condição de fiança em relação à minha residência permanente.

Fomos levadxs para a secção de detenção, onde estavam à volta de 80 prisioneirxs, alguns dos quais já lá estavam há seis meses. Tinham que pagar por comida e água; não havia televisores ou rádios no seu entorno, embora estas celas se tenham tornado uma prisão normal para elxs uma vez que estão detidxs nessa secção há meses; estavam privadxs de horas num pátio, todo esse tempo.

Quanto à acusação interposta contra mim, é a mesma acusação que foi interposta “por etapas” contra o compa Kostas Sakkas, que foi falsamente acusado de ter violado a condição relativa à residência permanente, porque passou a noite na casa de um dos seus amigos.

Mais tarde, é claro que ele foi absolvido no julgamento, porque o termo de residência obrigou-o a registar uma casa fixa e permanente e não o baniu de se hospedar durante a noite noutra casa.

Agora que o processo judicial, em Atenas, contra mim e os meus camaradas Mitroussias, Karagiannidis, Sakkas chega ao fim, não é por acaso que há uma tentativa de criar tal frenesim, com novas acusações e audiências impostas contra mim.

A mais evidente de todas é a do esforço do Estado para desencadear uma demonstração de força, bem como a crescente repressão contra xs lutadorxs, de que a criação de prisões de segurança máxima é uma das partes.

Na quarta-feira de manhã, 16 de Julho, fomos levadxs a tribunal por acusações adicionais, a de desdenhosa resistência às autoridades, porque nos recusamos a fornecer impressões digitais. Companheirxs fizeram uma chamada para uma concentração de solidariedade e estiveram presentes na sala de audiências, nessa manhã.

A audição no tribunal de Tessalónica foi adiada para 28 de Julho.

Estávamos ainda em tribunal, tendo sido o julgamento adiado, quando fui informada sobre o tiroteio entre o companheiro Nikos Maziotis e a polícia, o seu ferimento e a prisão. Eu estou em solidariedade com o compa Nikos Maziotis, que lutou pela sua vida e liberdade.

Solidariedade com os lutadorxs armadxs Nikos Maziotis e Pola Roupa, membrxs da Luta Revolucionária. Xs nossxs companheirxs não estão sózinhxs!

Stella Antoniou
18 de Julho de 2014
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Nota dxs tradutorxs:
Stella Antoniou e Thanos Chatziaggelou foram ambos libertadxs no dia 16 de Julho e serão julgadxs na segunda-feira 28 de Julho. Chatziaggelou também aguarda tribunal marcial.
Kostas Sakkas ainda está fugitivo.
Depois de Nikos Maziotis ter sido recapturado, agentes do Estado desencadearam uma caçada histérica para rastrear Pola Roupa, que atualmente está em fuga.

Prisões de Koridallos, Atenas: Carta aberta de Gerasimos Tsakalos sobre tentativas de acusação de Kostas Sakkas, no caso CCF (20/01/2014)

hop-hopApós a fuga do guerrilheiro urbano Christodoulos Xiros a unidade antiterrorista, que se apresenta como a elite policial do Poder, desencadeou uma caça às bruxas para se vingar e restaurar o prestígio abalado.

Paralelamente, os media, como se fossem os donos e fabricantes exclusivos da verdade, consolidam a sua mentira com uma guerra comunicativa contra a nossa organização. Desta vez, a propaganda jornalística optou por nos apresentar como “mafiosos”, “cabecilhas da prisão”, “porta-chaves”, aproveitando um ato de auto-justiça (o espancamento do impostor Yannis Naxakis), bem como também alguns textos dos seus companheiros, que expõem situações e factos, pondo-os assim disponíveis para qualquer possível inimigo (bófia, juízes, jornalistas). Não falaremos mais sobre o assunto e, se necessário, as ações tomarão a palavra.

Neste contexto, a 16 de Janeiro*, inteiramo-nos de que haviam voltado a deter Kostas Sakkas, acusado no caso Halandri por umas impressões digitais suas, encontradas em sacos do lixo.

Desde o primeiro momento, deixamos claro de todas as formas e em todos os tons que nenhumx dxs indivíduxs detidxs por pertencer à CCF, que não assumiram responsabilidade, tem alguma relação com a organização e as nossas práticas. Temo-lo afirmado nos tribunais, temo-lo escrito em textos e, sobretudo, demonstra-se pelos distintos caminhos, valores e percepções que temos escolhido, ao contrário da maioria delxs.

Assim, encontramo-nos de novo num período de intensificação da campanha antiterrorista contra a CCF.

A bófia descobre “ao acaso”, 4 anos e meio depois, impressões digitais de K. Sakkas num saco de lixo com resíduos de um engenho explosivo, associado com o caso da CCF. Mas a bófia sabe a verdade, só que esta não lhes serve para os seus planos.

A verdade é que K. Sakkas não tem, nem poderia ter tido, nenhum tipo de relação com a CCF. O seu único vínculo com esta história é a antiga relação de amizade comigo (algo que, de todo o modo, é bem sabido pelas autoridades policiais e judiciais).

A razão, pois, pela qual se encontraram (se é que encontraram) as impressões digitais deste indivíduo, em particular nas bolsas, é que eu as havia usado, quando as levei do andar que compartilhava com K. Sakkas. Assim, é muito provável que pudesse ter-lhes tocado ele também, já que se encontravam num espaço comum da casa.

Contudo, fui eu quem as levou a casa dele, onde viviam dois compas da Conspiração, Haris Hadjimihelakis e Giorgos Nikolopoulos, e as utilizei – sem saber que a casa de Halandri estava sob vigilância da antiterrorista – para tirar lixo, onde havia componentes de residuos de um dispositivo explosivo. Sei que cada palavra tem as suas consequências e o preço correspondente. Sei que assumindo a responsabilidade, como faço agora, a “justiça” tenderá a ter outros 60-70 anos de prisão para “me oferecer”. Sobretudo e a partir do momento em que não têm provas contra mim neste caso, nem tampouco estou imputado neste expediente. No entanto, existe algo mais importante que uma “liberdade” legal, coxa e comprometida. E isso é a dignidade anarquista, que ignora as consequências legais. Se não tivesse sido acusada uma pessoa irrevelante, como K. Sakkas, então obviamente que não teria nenhuma razão para expôr provas da minha própria “culpabilidade”.

Não somos santos mártires para “nos sacrificar”. Da mesma forma, este meu ato não é realizado no contexto de alguma “bondade”, nem em nome da minha velha amizade com este indivíduo em particular. Porém, temo-nos posicionado publicamente sobre K. Sakkas, devido à sua postura durante a greve da fome e não o consideramos nem companheiro, nem sequer anarquista**.

Supostamente, isto não significa que nos deixemos ficar quietxs e sentadxs a observar as planificações policiais-jurídicas, que usam a nossa organização como um guarda-chuva para capturar outrxs companheirxs (como o anarquista Spyros Mandylas, que está em prisão preventiva acusado pelo “Projeto Fénix”, somente porque é um dxs poucxs que se posicionou em solidariedade connosco) ou para atualizar legalmente casos de outras pessoas irrelevantes, e impor-lhes a prisão preventiva.

Porque há já mentiras que teriam de sentir vergonha, pois as bocas que as fabricam não a possuem.

Este texto expressa a opinião de toda a Conspiração, só que ao mesmo tempo também é a minha  declaração política pessoal, acerca do novo processo, para o caso de Halandri.

 Gerasimos Tsakalos, membro da CCF

Ps1: Como o circo parece não acabar, tornamos claro, de forma aberta e publicamente (uma vez mais) que EXIGIMOS que os textos do núcleo de membros presxs da CCF não sejam publicados na página web alternativa-esquerdista do Indymedia Atenas, que evoluíu numa cafetaria online para fofocas anónimas e comentários difamatórios. Fim.

Ps2: Podem as palavras diferir, mas as ações unem-nos. Saudações fraternas ao guerrilheiro urbano Christodoulos Xiros.

Núcleo de membros presxs da CCF – FAI/FRI

Nota dos Tradutores:

*Kostas Sakkas foi detido a 16 de Janeiro, quando se tornou efetiva uma ordem de detenção, baseada em novas provas incriminatórias contra ele, relacionadas desta vez com o chamado “Caso Halandri”, do mega processo contra a CCF. Foi transferido à sede da polícia de Atenas, onde permaneceu encarcerado, enquanto se decidia se ingressava ou não em prisão preventiva, pela terceira vez. Este texto de Gerasimos Tsakalos foi emitido antes da audiência de 21 de Janeiro, que concedeu a Sakkas a liberdade condicional sob fiança (5000 €) e com medidas restritivas. Atualmente Kostas Sakkas encontra-se na clandestinidade.

**Os textos relativos a este assunto podem ser lidos aqui: i, ii

Grécia: Solidariedade com o detido Kostas Sakkas

freedom-for-kostas-sakkas
Liberdade para Kostas Sakkas (ameaçado com prisão preventiva e notificado para ir ao tribunal de apelação de Atenas a 21.1.2014

Solidariedade desde Corfu

A 18 de Janeiro, destruímos um ATM do Emporiki Bank (Banco Comercial da Grécia) na área de Messonghi, Corfu, em solidariedade com Kostas Sakkas e contra todas as práticas vingativas do Estado e de cada governante.

MÃOS FORA DXS NOSSXS COMPANHEIRXS

Ps.1 Saúde e força para o prisioneiro Spyros Stratoulis

Ps.2 Boa sorte para o fugitivo Christodoulos Xiros

anarquistas

Jakarta, Indonésia: Reivindicação do ataque incendiário contra o Media Hotel & Towers

“Irmãos/irmãs de cadeia, companheiros/as de sofrimento, a batalha aproxima-se. Em breve lançaremos, ébrios de vingança, o nosso ataque; e fugirá o inimigo pois é terrível a Federação da Dor”
–Bruno Filippi

A nossa ação pode (se é que pode) ser chamada PROJETO FÉNIX – TERCEIRO ATO. É a nossa decisão coletiva de responder à chamada dos/as nossos/as compas na Grécia.

Esta noite (26 de Junho) saímos levando o fogo e incendiamos o terceiro piso do Media Hotel & Towers (ex – Hotel Sheraton) na rua Sahari Mountain, em Jakarta. O nosso fogo é não só uma resposta à chamada dos/as nossos/as irmãos/irmãs do Projeto Fénix na Grécia, como também um gesto de solidariedade para com Kostas Sakkas, anarquista em greve da fome para alcançar a sua liberdade. Colocamos o dispositivo incendiário com um temporizador num dos recipientes do lixo na sala de karaoke (que se encontra no terceiro piso) e deixamos que o fogo falasse por nós.

Enviamos à distância as nossas saudações revolucionárias aos/às integrantes da Conspiração de Células de Fogo e ao seu Núcleo de Membros Presos/as na Grécia, aos 4 anarquistas que foram detidos em Kozani – nunca os esquecemos, para Cospito e Gai, a Carla, Ivan, Juan, Marcelo e Freddy, a Henry e sempre aos/às presos/as anarquistas na Grécia e Itália e às células da FAI/FRI de todo o mundo.

Nunca diremos que somos só uns/umas poucos/as, deixaremos que o fogo fale por nós.

Façamos do Projeto Fénix um projeto internacional de vingança!

Unidade da Cólera
Conspiração Internacional pela Vingança
FAI/FRI

fonte

Atenas: Foi dada ordem de libertação ao anarquista Kostas Sakkas – são necessários 30.000 euros para pagar a sua fiança

Na Quinta-feira, 11 de Julho de 2013, um colectivo de juízes de apelação decidiu conceder a libertação do anarquista Kostas Sakkas. O companheiros completou 38 dias de greve de fome e encontra-se ainda no hospital de Nikaia.

As restrições são:
– o pagamento de uma fiança de 30.000 euros (terá de pagar esta quantia para ser libertado),
– o impedimento de sair do país,
– o impedimento de sair da região de Ática,
– a obrigação de se apresentar todas as segundas-feiras na esquadra de polícia mais próxima,
– a obrigação de residir apenas na morada que declarou com residência permanente,
– a proibição de comunicar ou de se encontrar com qualquer dos co-arguidos no caso da Conspiração das Células do Fogo (esta ordem foi imposta apesar do facto do companheiro enfrentar dois julgamentos pelo mesmo caso).

Ontem, às 19 h, realizou-se também outra assembleia em solidariedade com o Kostas Sakkas no Politécnico de Atenas (entrada a partir da rua Stournari) para organizar esta grande angariação de fundos, já que o companheiro deve pagar a fiança para sair da prisão.

FOGO ÀS PRISÕES!

Fontes i, ii, iii

Atenas: Reivindicação do ataque incendário ao Ministério da Cultura

“Não consigo sentir mais o cheiro dos medicamentos, nem o fedor da enfermaria, – cravos irão florescer mais uma vez – bendito seja o tempo – então e se for para a prisão? – Não se submeter! Isso é tudo. Para lá não há outras recomendações.” Nâzım Hikmet

Ontem, terça-feira, 2 de Julho, atacámos o Ministério da Cultura pelo lado da rua Zaimi (Exarchia). Após ter saltado a porta da entrada, alguns/as companheiros/as deitaram fogo a todos os carros propriedade do ministério que se encontravam no parking e a seguir continuaram a marcha junto com o resto do grupo.

Uma mostra de solidariedade e de apoio à luta que está levando a cabo o anarquista Kostas Sakkas, que pondo o seu corpo como frente de combate, completou já um mês de greve, exigindo a sua imediata libertação.

Kostas Sakkas permanece já há 30 meses na prisão, sem ter sido condenado em caso algum. A luta que está a realizar contra o seu extermínio político e físico é parte de uma resistência mais ampla contra a re-estruturação capitalista e o estado de emergência que impõe o domínio doméstico e internacional na Grécia e em todo o mundo. As respostas ao ataque do novo totalitarismo estão-se a dar de diversas maneiras e em todos os lados: dos ataques de Atenas a Skouries (Calcídica) e daí às cidades em chamas na Turquia, Brasil, Egito e Chile.

SE O COMPANHEIRO NÃO FOR LIBERTADO IMEDIATAMENTE, OS ATAQUES AUMENTARÃO DE FORMA IMPORTANTE.

TUDO CONTINUA.

PD1: Sobre as detenções de que tivemos informação pela imprensa e que ocorreram após a operação policial na zona de Exarchia depois do nosso ataque, aclaramos que todos/as nós escapamos e seguimos de acordo com o nosso plano, pelo que os/as detidos/as não têm nenhuma relação connosco e com a ação.

PD2: Solidariedade com os/as detidos/as antifascistas pelos fatos ocorridos em Pátras.

fonte

Hamburgo, Alemanha: Ação de solidariedade com Kostas Sakkas em greve da fome na Grécia

Solidariedade com o anarquista refém do estado Kostas Sakkas! Desde 4 de Junho em greve da fome! Fogo nas prisões! (A)

Na tarde de 4 de Julho, uma faixa foi pendurada (no infoshop Schwarzmarkt) em Hamburgo em solidariedade com o companheiro Kostas Sakkas, que já está há um mês na fase de greve de fome. Além disso, um folheto de solidariedade e um cartaz foram distribuídos e divulgados.

A solidariedade não conhece fronteiras!
Liberdade para todos/as os/as prisioneiros/as!

fonte

Atenas: Actualização sobre o estado de saúde do anarquista em greve de fome Kostas Sakkas

A solidariedade é uma arma

A 4 de Julho, depois de 31 dias em greve de fome, a médica que tem examinado o companheiro Kostas Sakkas durante todo este tempo, mencionou que ele perdeu 13kg (15% do seu peso inicial) e que se encontra numa condição bastante crítica. A sua médica assistente no hospital de Nikaia salientou especificamente que “é uma certeza matemática que a continuação de uma completa abstenção de ingestão de comida irá levar a uma morte certa.”

Para além disso, a assembleia de Atenas de solidariedade para com o anarquista em greve de fome Kostas Sakkas emitiu o seguinte esclarecimento:

“Tem havido uma grande desinformação nos últimos dias em relação ao estado de saúde do companheiro Kostas Sakkas, assim como comunicações em diversos sites que nada têm que ver com a realidade. Qualquer desenvolvimento em relação ao estado de saúde do companheiro será comunicado através de relatórios médicos oficiais. Para além disso, em todas as assembleias que se têm feito em relação ao companheiro em greve de fome, nós fornecemos actualizações em relação à sua condição assim que elas surjam.”

Entretanto, as sessões no tribunal da prisão de Koridallos têm sido adiadas consecutivamente porque Kostas Sakkas, como um dos arguidos, encontra-se claramente incapacitado para comparecer nas sessões.

O companheiro está a aguardar resposta ao seu segundo requerimento para a sua libertação imediata e continua a lutar. Espera-se que o colectivo de juízes de segunda instância emita finalmente a sua decisão durante a próxima semana. Uma concentração em solidariedade foi convocada para Segunda-feira, 8 de Julho, à meia-noite fora do tribunal de apelação (Efeteio) na rua Loukareos, em Atenas.

Lisboa, Portugal: Ação em solidariedade com o anarquista Kostas Sakkas em greve da fome na Grécia

Na quinta-feira, 27 de junho de 2013, durante uma marcha de protesto no centro da cidade de Lisboa, no âmbito da greve geral lançada pelas Confederações Sindicais em Portugal, realizamos uma ação de solidariedade com o anarquista Kostas Sakkas, prisioneiro na Grécia (desde dezembro de 2010).

O companheiro iniciou uma greve de fome desde 4 de junho, exigindo a sua imediata libertação da prisão. O dia 4 de junho também foi o dia em que o período de sua prisão preventiva acabou —de acordo com a lei grega, 30 meses são o tempo máximo que um prisioneiro acusado em dois casos pode ser mantido em prisão preventiva.

Durante a manifestação, 400 cartazes anarquistas foram colados e centenas de panfletos foram jogados ou colados nas paredes, como um gesto mínimo de solidariedade para com o nosso companheiro na sua luta permanente pela liberdade e pela vida.

Atenas: Novo julgamento contra a organização revolucionária anarquista Conspiração das Células de Fogo

after-ccf-bombingA 5 de abril de 2013, começa um novo julgamento marcial, dentro das prisões das mulheres de Koridallos, sobre o caso Conspiração das Células de Fogo (não esqueçamos que se está a levar a cabo a cabo a terceira sessão do julgamento contra a CCF sobre os pacotes incendiários, etc.).

Este novo procedimento ocupa-se das 250 bombas e ataques incendiários da organização (entre outros, os ataques às oficinas do Amanhecer Dourado,o Tribunal administrativo de Atenas e às prisões de Koridallos).

Um total de 18 compas serão julgados/as desta vez: 9 membros reconhecidxs da O.R. CCF, Theofilos Mavropoulos, Yannis Michailidis, Dimitris Politis, Konstantina Karakatsani, Panagiotis Masouras, Stella Antoniou, Alexandros Mitroussias, Kostas Sakkas e Giorgos Karagiannidis.

O nosso apoio a todos/as os/as compas é inegociável  e  requer a nossa presença na sala de audiências.

Assembleia de solidariedade com a O.R. CCF e os/as imputados/as no mesmo caso

Tessalónica, Grécia: Sobre o caso do isolamento na prisão do compa anarquista Sokratis Tzifkas

Em 3 de Agosto, o compa S. Tzifkas, no seu regresso à prisão de Diavata (depois de uma curta transferência para o hospital de Tessalónica), depois de se recusar a submeter-se a controlo  com nudez integral,  foi levado perante o procurador do ministério público da prisão,  tendo este lhe aplicado uma punição de 10 dias,  em regime de isolamento, assim como uma transferência disciplinar. Atualmente,  enquanto na Grécia se enfrenta um verão quente e húmido, Sokratis foi enviado para a unidade de isolamento das prisões de Diavata, sem ventilador, sem TV, sem livros e, até mesmo, sem água engarrafada. Além disso, o Serviço Correcional de prisões de Diavata não lhe permite chamar para nada ou ir ao pátio (coisas ainda ditadas no código correcional), ou receber a medicação prescrita por razões de saúde.

Na sexta-feira, 10 de Agosto foi realizada uma concentração solidária com microfone aberto na rua pedonal de Agia Sofia, em Tessalónica, enquanto que em 7 de Agosto, um grupo de combatentes presos emitia um comunicado em solidariedade com Sokratis. A declaração de apoio, foi assinada por Alexandros Mitrousias, Rami Syrianos, Giorgos Karagiannidis, Andrzej Mazurek, Mustafa Eryun, Babis Tsilianidis, Michalis Tzimas, Spyros Stratoulis, Makis Gerakis, Kostas Sakkas e Dimitris Dimtsiadis.

Finalmente, e depois de completar os 10 días de isolamento, o compa Sokratis Tzifkas regressou à sua cela, não tendo ainda sido aplicado o castigo de transferência disciplinar.

FOGO ÀS PRISÕES
NÃO DEIXAR NENHUM/A COMPA SÓZINHO/A
SOLIDARIEDADE COM TODOS/AS OS/AS REFÉNS DO ESTADO

Grécia: Sobre as greves de fome nas prisões gregas

[1º de Maio de 2012] Comunicado do núcleo de membros presos/a da CCF e de Theofilos Mavropoulos sobre o fim da greve de fome

Uma batalha vencida, mas a guerra não acaba aqui…

Após 23 dias de greve da fome, saímos vencedores/as do desgaste e do derrotismo em cativeiro que predominam no mundo dos/as presos/as.

Escrevemos: “Tomamos uma decisão… lutamos até ao final…”, e nos mantivemos consequentes com esta escolha, inclusive quando transferiram os nossos irmãos, Gerasimos e Panagiotis, com problemas graves de saúde, para o hospital Tzaneio. Porque de tudo o que se escreve, o que mais amamos é aquilo que um/a escreve com o seu próprio sangue e sela com as suas ações. Tudo o mais é verborreia vazia e perda de tempo.

Durante estes 23 dias, nunca lamentamos nem por um único momento a nossa decisão de levar a cabo uma greve de fome. Conhecíamos o risco. Sabemos como morrem todos/as… mas há mortes que pesam de maneira diferente, porque escolhemos nós mesmos/as a maneira em que morreremos, tal como escolhemos a maneira como vivemos. E decidimos sair vencedores desta batalha.

Gerasimos e Panagiotis conseguiram a sua transferência definitiva das prisões de Domokos. Gerasimos conseguiu a sua transferência às prisões de Koridallos e Panagiotis, devido aquilo a que chamam “convicto de larga duração” (condenado a 37 anos de prisão) não pode mudar para uma prisão de presos à espera de julgamento (como a de Koridallos) mas conseguiu a transferência para uma prisão de sua “escolha”, concretamente, a de Trikala, onde se encontram encerrados outros três membros da Conspiração de Células de Fogo.

Esta vitória deixa, à sua maneira, um legado mais na nossa demanda por uma convivência política dos/as membros da CCF dentro dos muros e abule o isolamento a que nos querem forçar.

Nesta confrontação com o sistema, com o tempo e com o desgaste adversários, dispusemos dos nossos corpos como barricadas e garantia da nossa dignidade. Por isso, nem pedimos favores, nem temos mendigado solidariedade nos lugares que evitamos frequentar na nossa viagem como anarquistas de práxis. Livramo-nos de partidos esquerdistas, de conferências de imprensa com fundo humanitário, de círculos reformistas. Optando assim por uma solidão consciente, temos contado amigos e inimigos, compas e indiferentes, ações e silêncios…

Não desperdiçamos palavras com os populistas e os insignificantes. Pelo contrário, a palavra “obrigado” é muito pobre para os/as compas de toda a Grécia que correram, repartiram folhetos, colaram cartazes, montaram concentrações de solidariedade con microfone aberto, ocuparam um canal de televisão, vieram numa marcha até às portas das prisões, realizaram transmissões de atualizações através da rádio…

Finalmente, enviamos nosso mais caloroso abraço a todos/as os/as vândalos/as, os/as provocadores/as, os/as incendiários/as e bombardeadores/as noturnos/as na Grécia, aos/às anarquistas nihilistas no Estado espanhol, ás/aos irmãs/os na Bolívia, no Reino Unido, assim como a todos os núcleos da Federação Anarquista Informal e da Conspiração de Células de Fogo…

Nada seria o mesmo sem todos/as vós…
Feliz reencontro, compas.

Ainda que tenhamos ganho não nos resta mais do que começar a próxima batalha

PELO ALASTRAMENTO DA FEDERAÇÃO ANARQUISTA INTERNACIONAL (FAI/IRF)
PELA INTERNACIONAL NEGRA DOS/AS ANARQUISTAS DA PRÁXIS

Núcleo de membros presos/a da CCF-FAI
e o anarquista revolucionário Theofilos Mavropoulos


[Atualização de 27 de Abril] Continuar a lerGrécia: Sobre as greves de fome nas prisões gregas

Prisões gregas: Notas sobre as greves de fome e abstenções de comida dos/as presos/as em luta

4 de Abril: Declaração de greve de fome de Spyros Dravilas (interno na prisão de Domokos, que actualmente está no hospital da prisão de Koridallos), intitulada “O estado e as suas instituições vingam-se daqueles/as que não sucumbem ao sistema, privando-os/as do seu direito a saídas temporárias”. As autoridades negaram a Spyros Dravilas o seu direito a saídas temporárias, com o qual ele contava há dois anos e meio.

6 de Abril: Declaração de greve de fome de Giorgos Karagiannidis, Alexandros Mitroussias e Kostas Sakkas: ”A partir de hoje 6/4 nos declaramo-nos em greve de fome, exigindo o levantamento da nossa arbitrária e vingativa prisão preventiva assim como a libertação imediata da nossa co-acusada Stella Antoniou, por razões de saúde.” — cofirmado por Stella Antoniou, que atualmente protesta mediante uma abstenção de comida da prisão.

6 de Abril: Declaração de greve de fome de Panagiotis Argirou e Gerasimos Tsakalos, membros encarcerados da CCF, que exigem a sua transferência definitiva para as prisões de koridallos, para dar fim às transferências repetidas e vingativas e à sua tortura física e psicológica.

7 de Abrill: Vaggelis Kailoglou leva a cabo uma abstenção de comida da prisão, em solidariedade. Ele é o único dos lquatro detidos do 12 de Fevereiro que se manteve em prisão preventiva.

7 de Abril: Abstenção de comida da prisão, realizada pelos prisioneiros de guerra Sokratis Tzifkas (prisão de Diavatas), Giannis Skouloudis (prisão de Avlona), Babis Tsilianidis e Dimitris Dimtsiadis (prisão de Koridallos), em solidariedade com os/as presos/as em luta.

8 de Abril: O membro preso da CCF, Christos Tsakalos, declara-se em greve de fome, em solidariedade com os grevistas da fome, Panagiotis Argirou e Gerasimos Tsakalos.

8 de Abril: Abstenção de comida da prisão llevada a cabo por 130 presos na primeira ala da prisão de homens de Koridallos, em solidariedade com os/as compas presos/as em luta.

9 de Abril: Assembleia solidária na Escola Politécnica de Atenas, nol edifício Gini, com intervenções telefónicas dos presos em greve de fome a partir das prisões.

9 de Abril: Os restantes membros encarcerados da CCF e o anarquista revolucionário Theofilos Mavropoulos declaram que gradualmente se unirão à greve de fome dos seus irmãos na luta Panagiotis Argirou, Gerasimos e Christos Tsakalos.

11 de Abril: Declaração de Stella Antoniou sobre os últimos acontecimentos: As autoridades judiciais não pediram que Stella permanecesse em prisão preventiva, mas fizeram-no  com Sakkas, Mitroussias, Karagiannidi, baseando-se em acusações inventadas contra eles respeitantes aos antigos ataques incendiários da CCF. Dados os factos, e de acordo com os seus três compas, Stella explicou que interrompia a sua participação na greve de fome e que, apesar dos seus problemas de saúde, se abstinha de ingerir comida da prisão até que as suas pretensões se cumprissem.

11 de Abril: O anarquista expropriador Rami Syrianos declara-se em abstenção da comida da prisão, em solidariedade com os/as compas presos/as em luta.

14 de Abril: Uma assembleia em solidariedade com G.Karagiannidis, A.Mitroussias, K.Sakkas e S.Antoniou lançou a seguinte notícia entre outras: “Presentemente, os três compas, Karagiannidis, Mitroussias e Sakkas foram acusados no caso dos 250 ataques incendiários da CCF pelos procuradores Mokkas e Baltas, que pediram que tanto eles três tres, como também os membros da O.R. CCF, se mantivessem em prisão preventiva. Stella Antoniou foi acusada também, mas não permanecerá em prisão preventiva de novo, esperando-se que seja libertada em Junho de 2012, quando acabar o período de 18 meses desde a sua primeira prisão preventiva, apesar da sua quinta petição para a libertação por motivos de saúde ainda não ter tido resposta.” Recordemos que Stella está em prisão preventiva há 16 meses já, como única prova contra ela o fato de possuir cartão de identidade falso.

14 de Abril: Notícias do estado de saúde dos três membros presos da CCF, após uma semana em greve de fome: Gerasimos perdeu 6 kilos, Panagiotis 5 kilos e Christos 7 kilos. Todos os dias têm exames médicos, os níveis de açúcar e a pressão arterial são revistos.

15 de Abril: Mais três membros presos da CCF, Haris Hadjimihelakis, Damiano Bolano e Giorgos Polidoros, começaram uma greve da fome desde o dia 17 de Abril. (Seguir-se-ão atualizações)

Solidariedade internacional e explosiva
com os/as nossos/as irmãos/s em luta!

Grécia: Quatro presos anarquistas declaram greve de fome

LIBERDADE A STELLA ANTONIOU – Graffiti feito às primeiras horas de 6 de Abril em Múrcia, sudeste de Espanha

Ontem, 6 de Abril de 2012, numa declaração conjunta das prisões Korydallos, os anarquistas Giorgos Karagiannidis, Alexandros Mitroussias e Kostas Sakkas anunciaram que entram em greve de fome, exigindo o levantamento das suas arbitrárias e vingativas prisões preventivas, bem como a libertação imediata da sua sua co-ré no processo, Stella Antoniou, por motivos de saúde.

Stella Antoniou também irá participar na greve de fome uma semana mais tarde, apesar da deterioração de seu estado de saúde. Os quatro companheiros denunciam a nova tentativa do estado de os processar, assim como a outros lutadores, no contexto do processo recente das 250 ações da CCF (outros detalhes aqui).
Em Atenas, a manifestação da tarde em solidariedade com Stella Antoniou iniciou-se na Praça Syntagma. Mais de mil anarquistas e apoiantes desfilaram até Propylaea, na Rua Panepistimiou. Depois, através da rua Solonos, as pessoas chegaram à Praça Exarchia, o ponto final da demo. Textos relativos a Stella e a outros presos políticos (CCF e Karagiannidis, Mitrousias, Sakkas) foram repartidas entre os transeuntes e panfletos foram lançados em todo o percurso (mais fotos/vídeo aqui).

Mais cedo, em Tessalónica, tinha-se levado a cabo uma concentração de motas integrada no dia em solidariedade com os quatro anarquistas.  Uma centena de pessoas saíram em motocicletas do centro da cidade, percorrendo a rua Egnatia e passando por vários bairros (Toumba, Harilaou, Tsimiski, Antigonidon, Aghios Dimitrios, Iasonidou), lançando milhares de folhetos informativos no seu percurso, entoando palavras de ordem.

LIBERDADE PARA AS GUERRILHAS DA OR CCF
LIBERDADE PARA AS GUERRILHAS ARMADAS

[Grécia] 6 de Abril de 2012: Dia de ações em solidariedade com Stella Antoniou

Libertação imediata da anarquista Stella Antoniou (5ª solicitação de libertação de prisão)

A anarquista Stella Antoniou encontra-se há 16 meses em prisão preventiva. É acusada de participação na Organização Revolucionária Conspiração de Células de Fogo. Foi detida em dezembro de 2010 juntamente com os compas Kostas Sakkas, Giorgos Karagiannidis e Alexandros Mitroussias, que se encontram também na prisão, acusados pelo mesmo caso.

Stella , tal como os outros compas, recusa os encargos,  inflacionados e deturpados, constantemente renovados com base em novas acusações, baseadas nas suas relações pessoais e, supostamente, na sua identidade política enquanto anarquista.

A companheira sofre de uma enfermidade grave que piora por vezes devido à sua reclusão e, por isso, tem apresentado, repetidamente, solicitações de libertação, que têm sido recusadas uma após outra.

Contudo nunca deixou de lutar corajosamente na prisão …
Nunca se recusou a mostrar solidariedade com qualquer companheiro/a necessitado/a….

TEM MILHARES DE PÁGINAS DE PROCESSO CONTRA ELA…

TEM MILHARES DE COMPAS COM ELA…

E RECUPERÁ-LA-EMOS!

LIBERTAÇÃO IMEDIATA DE STELLA ANTONIOU

LIBERDADE PARA KOSTAS SAKKAS, GIORGOS KARAGIANNIDIS, ALEXANDROS MITROUSIAS

MANIFESTAÇÃO: SEXTA-FEIRA 06/04/2012
SYNTAGMA, ATENAS; às 18 h

Assembleia solidária com os/as detidos/as e os/as lutadores/as perseguidos/as
safa.espiv.net

Devido à 5ª petição para a sua libertação, solicitada pela companheira, a anarquista Stella Antoniou, por razões de saúde, coletividades, okupas, assembleias e indivídualmente, numa discussão aberta, em Atenas, decidiram levar a cabo uma marcha em solidariedade, a partir da praça Syntagma às 18h, na sexta-feira, 6 de abril. Simultaneamente, dirigem um apelo aberto a todas as coletividades a nivel nacional de um dia de ações em solidariedade con Stella Antoniou  (no mesmo dia da marcha). Já se está a levar a cabo assembleias com a mesma temática em Tessalónica.

Também traduzimos e difundimos a chamada  para que outros/as compas, estejam onde estiverem, contribuam para a solidariedade que se expressará nesse dia, exigindo a libertação imediata da anarquista Stella Antoniou.

Atenas: Acção de solidariedade para com os presos anarquistas na residência do ministro da ordem pública

Hoje (21-12-2011) pelas  16h30, 40 anarquistas realizaram uma ação de solidariedade para com Stella Antoniou, junto  da casa do ministro para a proteção dos cidadãos (1) Chr. PAPOUTSIS.

Eles  reuniram-se  frente ao bloco de apartamentos onde Papoutsis vive. Foram gritados  slogans de solidariedade para com Stella e centenas de panfletos foram lançados nas ruas onde se podia ler:

LIBERTAÇÃO IMEDIATA  da  ANARQUIISTA  STELLA ANTONIOU /
Chr. PAPOUTSIS, FASCISTA  da  GERAÇÃO POLYTECHNIO
(2)
e
Chr. PAPOUTSIS, de PRESIDENTE  da  E.F.E.E
(União Nacional dos Estudantes gregos) até CHEFE DOS TORTURADORES na POLÍCIA GREGA

Os companheiros também entraram no jardim da frente da sua casa, onde também jogaram panfletos. O guarda que estava lá, quando viu os companheiros,  escondeu-se na cabine da polícia, o mesmo acontecendo com os outros dois membros da guarda pessoal  de Papoutsis. A bófia estava nas proximidades, dois em motocicletas (D.I.A.S.) aproximaram-se, observando os companheiros que entravam no bloco de apartamentos, partindo depois, sem qualquer incidente.

Algum tempo depois, e numa rua distante, quatro pessoas foram abordadas pela polícia e levadas para a sede da polícia (3), como foi noticiado, mas este incidente não estava relacionado com a ação de solidariedade.

As ações de solidariedade para com Stella Antoniou e os demais companheiros irão continuar até que todos sejam libertados.

LIBERTAÇÃO IMEDIATA da ANARQUISTA STELLA ANTONIOU
LIBERDADE para K. Sakkas, A. MITROUSIAS, G. KARAGIANIDIS


Notas de tradução:
(1)Essencialmente o ministro da ordem pública.
(2) Referência à revolta do Polytechnio em ’73. Nesta época Papoutsis  era presidente da União Nacional dos Estudantes Gregos.. Como muitos membros do PASOK, ainda hoje ele continua a servir-se das lutas da sua geração contra a junta militar.
(3) soltos um par de horas mais tarde.
(4) Stella Antoniou, Kostas Sakkas, Aleksandros Mitrousias, Giorgos Karagianidis, Christos Politis e Dimitris Michail foram presos em 4/12/10. Os dois últimos foram libertados após alguns meses.

Assembleia de Solidariedade aos combatentes presos e perseguidos

fontes: a , b